Bursite Trocantérica

Bursite trocantérica, também conhecida como síndrome da dor no trocânter maior, é uma das patologias mais comuns no quadril, é caracterizada por dor na região do trocânter maior do fêmur. Essa dor, aumenta ou diminui com alguns movimentos, como por exemplo rotação do quadril. Essa dor é parecida com a relacionada com as que acometem outras bursas, como já foi citado em um post anterior. O fato de essa dor ser no quadril, pode ser mais incapacitante do que as que acometem outras regiões.
Causa:
• Microtrauma repetitivo causado pelo uso ativo dos músculos que se inserem no trocânter maior, isso resulta em mudanças degenerativas dos tendões, dos músculos, ou de tecidos fibrosos.;
• Diminuição do alongamento no trato íliotibial;
• Desgaste sobre a região;
• Trauma agudo sobre a região ( embora seja uma causa comum, apenas 23% a 64% dos pacientes recordam um evento traumático específico).
As mulheres são mais afetadas do que os homens, com uma predominância de 4:1, com prevalência aumentada entre os 40 e 60 anos.
Sintomas:
• sintoma principal e mais forte é a dor crônica (persiste por longos períodos), geralmente atras e na parte lateral do quadril;• Geralmente a dor piora a noite;
• Pode irradiar para perna e tornozelo;
• Dor quando se mantém muito tempo em pé.
Diagnóstico:
No exame físico, todos os pacientes sentem dor à palpação do local (em cima do trocânter maior). Além disso, apresentam dor, quando são realizados alguns testes específicos de quadril. No exame físico, também deve-se avaliar a presença de outras patologias e alterações que podem estar associadas, tais como artrose de quadril e problemas de coluna.
Os exames de imagem também auxiliam no diagnóstico.
RX não diagnostica bursite trocantérica, ele pode evidenciar outras alterações que são geralmente associadas.
Outros exames como Ressonância Magnética e Cintilografia óssea podem ajudar no diagnóstico.
Tratamento: Pode ser dividido em 2 fases:
Durante a fase aguda:
• Crioterapia;
• Antiinflamatórios
• Repouso relativo;
• Utilização de bengala para diminuir o impacto na articulação (casos agudos);
• Fisioterapia (microondas, ondas curtas, ultra-som, etc.);
Durante a fase crônica:
• Mantém os mesmos procedimentos antiinflamatórios;
• Mobilização passiva;
• Alongamento dos tecidos que apresentam contratura;
• Tonificação muscular se houver perda de força;
• A cirurgia é indicada quando não houver melhora com nenhum outro tratamento conservador.
Esse post foi uma sugestão da Leitora Priscaramos. Obrigada Pri pela sugestão!
Olá, meu nome é Thiago, sou Fisioterapeuta, tenho formação nas áreas de RPG, Aurículo acupuntura, Shiatsu e Pilates, sou membro da Associação Brasileira de Pilates ( ABP ). Estarei escrevendo semanalmente um tema sobre saúde, que compreenda as minhas áreas de atuação.www.fisioterapias.com.br
Dr° Thiago quer saber: Você tem alguma sugestão ou algo que queira saber, o Dr° Thiago fará um post especial sobre o que você sugerir.. então, mande um email para andrezafsilva@bol.com.br




















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Toda amizade tem uma história particular... É
uma história de conquista... Primeiro, descobre-se o outro. Todo mundo
parece igual, mas não é. E é justamente essa coisinha diferente em cada um,
que torna cada pessoa única. E de repente ali está a sementinha da amizade
fecundada. A gestação começa. São pedacinhos de nós que vão ficando nas
conversas e pedacinhos do coração do outro que vão caminhando pra dentro da
gente...



