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10 maneiras para conversar com crianças sobre o peso.

Bom dia!

Eu trouxe esse tema para ser abordado aqui no Meninas, pois esse é um assunto que tenho que tratar aqui em casa com meus dois filhos, um de 13 anos (que é magro e a cada dia quer ficar mais magro - #AdolescênciaJesuisMeAjuda!) e um de 10 anos (meu gordinho que adora comer, jogar video-game e jogar bola). Reparam que tenho um o oposto do outro e percebi que não é incomum e vejo muitas pessoas com o mesmo caso. Por isso mamães, papais, titias , titios,  de plantão, segue abaixo um texto bem legal com dicas para lidar com essa situação:



10 Maneiras para conversar com uma criança sobre o peso.




Primeiro, é preciso falar sobre o assunto

Alguns pais acreditam que quanto menos falarem sobre determinados assuntos com seus filhos, melhor.
Mas para Andrew Hill, professor de psicologia médica do centro de ciências da saúde da Universidade de Leeds, é melhor que não haja barreiras na comunicação com os filhos.
"Não é fácil", diz ele. "Mas se algumas questões forem levantadas, não dissimule. Vá direto ao ponto. A chave da questão é "por quê?". Eu quero saber por que esse comportamento está acontecendo. Se é algo que a criança viu na TV ou alguém lhe disse na escola, talvez seja algo doloroso. As preocupações demonstradas pelos pequenos costumam ser sintomas de outros eventos – portanto, resolva-as e outros comportamentos tendem a se estabilizarem".
O peso de uma criança é motivo de preocupação, ele diz, mas isso é volátil e pode ser temporário.
As meninas em uma idade em particular – quando chegam à puberdade, por exemplo – tendem a se comparar mais com as colegas, acrescenta Hill.
Na média, durante a transição para a idade adulta, o seu índice de gordura corporal chega a dobrar.
Segundo o psicólogo, os meninos também passam por mudanças no corpo, mas de outra forma: eles tendem a ganhar mais músculos.
"Quando as meninas se comparam, elas estão normalmente em diferentes pontos de seu desenvolvimento físico. Conversar com elas é uma forma positiva e garantida de lidar com o problema. O 'X' da questão é mostrar às meninas que elas não precisam ser tão autoexigentes consigo mesmas."


Não entre em pânico

Um pai nunca deve entrar em pânico se seu filho lhe perguntar se está gordo, diz Paul Gately, professor de exercício e obesidade na Leeds Metropolitan University, na Inglaterra. "Conheço pais que ficam muito medrosos. A cada pergunta para a qual não estão preparados, eles tremem. Mas essa reação pode levar os filhos a pensar: o que eu desencadeei?", acrescenta Gately.
Muitos pais, afirma o especialista, "tentarão tapar o sol com a peneira ou dizer que a seu filho que não se trata de um problema. Mas se há realmente um problema, a criança corre risco de ser vítima de xingamentos na escola e isso pode acabar fazendo com que ela perca a confiança em seus pais".
"A troça e o bullying de crianças com sobrepeso na escola é endêmica", analisa Gately.
"Se uma criança mencionar o assunto, não evite abordá-lo. Pais precisam ouvir mais seus filhos. A criança precisa expôr seu ponto de vista da maneira como se sente mais à vontade."


Esteja preparado

"Faça a sua própria avaliação – se seus filhos não querem falar sobre isso, não corra o risco de criar uma briga em família. Mas se continuar preocupado com a situação, busque auxílio da professor ou mesmo do médico da família."
Andrew Hill, professor de psicologia médica do centro de ciências da saúde da Universidade de Leeds
Com a obesidade em alta, os pais que se preocupam com o peso de seus filhos podem se preparar anteriormente para uma conversa que inevitavelmente acontecerá, diz Gately.
"Os pais vão se beneficiar disso porque não serão pegos de surpresa", diz ele.
Na avaliação do especialista, os pais devem tentar criar um ambiente favorável a esse tipo de conversa.
Assim, segundo ele, quando a criança quiser falar sobre o assunto, ficará mais à vontade.
Além disso, ele recomenda que a família mantenha hábitos saudáveis, de forma a estimular que os filhos façam o mesmo.
Ele ressalva, entretanto, que qualquer mudança tem de ser feita lentamente. Caso contrário, poderá causar problemas.


Traga o assunto à tona


Os pais devem trazer o assunto do "peso" à tona antes de seus filhos?

"Faça a sua própria avaliação – se seus filhos não querem falar sobre isso, não corra o risco de criar uma briga em família. Mas se continuar preocupado com a situação, busque auxílio da professor ou mesmo do médico da família", afirma Hill.
Mary George, de uma entidade que trata crianças com distúrbios alimentares, acredita que se um pai está preocupado com a alimentação de seu filho, deve pedir ajuda a um médico da família ou um enfermeiro.
"Há sempre maneiras de dizer a mesma coisa de outra forma – fale, por exemplo, que a família toda vai fazer um check-up geral".

Trate o assunto com leveza

 Anorexia / Getty
Pais devem abordar distúrbios alimentares de seus filhos com leveza, alertam especialistas
Um pai que sinta que precise conversar sobre o peso de seu filho com ele, deve agir com delicadeza ao abordar a questão.
Para especialistas, uma das maneiras é perguntar à criança se ela se sentiria mais confortável caso tivesse outro peso, diz a psicóloga e escritora Amanda Hills.
"Se a resposta for afirmativa, então ofereça ajuda a elas fazendo uma comida mais saudável – e exigindo delas força de vontade para cumprir a meta".
A chave é guiá-las e nunca controlar os hábitos alimentares dela como um general, diz a psicóloga.
"Muitos distúrbios alimentares acontecem quando as crianças não têm controle sobre si mesmas", diz Hills. "No entanto, trate o assunto com leveza. Não diga, por exemplo, que uma comida é boa ou ruim. Caso ache que um determinado alimento não é o melhor para o seu filho, aborde a questão de forma casual. Não fique obcecado por isso".


Mostre a seu filho o quanto ele é especial

"Mais e mais crianças e adolescentes estão preocupados com a sua imagem", diz Mary George. "Com isso, perde-se um pouco da infância".
Se seu filho trouxer o assunto à tona, não evite abordar o tema, mas tente lhe mostrar o quanto ele é especial, diz George. "Encoraje-o em outras áreas – diga o quanto eles são generosos, caridosos, felizes, o que vai tirar a atenção do peso".


Nunca faça piadas

Muitos pais não percebem que ao fazerem uma piada sobre o peso de seu filho, podem afetá-lo por toda a vida, diz Hills. "Um pai, por exemplo, nunca deve chamar a sua filha de 'gordinha'. O mesmo se aplica a um marido que faça piadas sobre o peso de sua esposa, ou vice-versa".
Pais também devem ser cuidadosos em não "contaminarem" seus rebentos, ao fazerem brincadeiras, por exemplo, sobre o peso de outras pessoas.
"A criança interpretará tal atitude como correta".


Seja moderado em relação à própria aparência

""É crucial que a mãe nunca diga que esteja de dieta""
Amanda Hills, psicóloga e escritora
Pesquisas mostram que a criança é afetada pela imagem que a mãe faz de si mesma e como ela trata a comida, diz a psicóloga Amanda Hills. Nos Estados Unidos, essa situação já tem nome: "thinheritance", algo como "herança da magreza", em tradução livre.
"É crucial que a mãe nunca diga que esteja de dieta", diz Hills. "Todas as pessoas com distúrbios alimentares que eu já atendi tinham uma mãe – ou um pai – que demonstravam um comportamento obsessivo com a comida".
Mas como explicar à criança caso a mãe ou o pai evite ingerir um alimento, justamente porque está de dieta?
"Diga algo como: Mamãe não vai comer essa batata porque já terminou de crescer", responde Hills.
A psicóloga alerta para o fato de que, nesse caso, os pais nunca devem montar um prato com alimentos diferentes dos que oferecem a seus filhos, pois, assim, podem confundi-los.
Ela faz, no entanto, uma ressalva. "Se um dos pais – ou os dois – está frequentando o 'Vigilantes do Peso', por exemplo, não há por que esconder isso dos seus filhos, pois normalmente significa que eles estão precisando perder peso e devem mostrar a seus rebentos como lidar com tal problema".


Estimule seus filhos a aprender com os próprios erros

Se uma criança está preocupada com seu peso, os pais devem criar uma situação em que ela aprenda com seus próprios erros, argumenta Andrew Hill. Segundo o especialista, eles precisam ganhar autoconfiança e aperfeiçoar suas próprias competências.
Nesse caso, os pais devem, por exemplo, estimular seus filhos a sair com os amigos para praticar um exercício físico, nunca focando no sobrepeso da criança em si.


Monte uma agenda nutricional

As crianças consomem de 60% a 70% de sua ingestão calórica diária em casa. Portanto, segundo Hill, os pais devem montar uma agenda nutricional.
"Crianças mais velhas têm mais liberdade e também maior poder financeiro – a chave para isso é aconselhá-las sobre como definir prioridades porque mais tarde elas serão responsáveis por suas próprias escolhas."

Fonte: BBC

Espero que possa ter ajudado a muitos....


Beijokas,
Andreza Ferreira.

Beleza , uma questão auto percepção



Beleza , uma questão auto percepção



Quando pensamos em beleza e autoestima, desenvolvemos nossa própria avaliação acerca de si mesmo, que pode ser positiva ou negativa. Estabelecemos uma relação de intimidade total. É importante acreditar na nossa potencialidade, no valor pessoal, confiando em si mesmo.

Ao desenvolvermos um auto conceito positivo, temos a sustentação necessária para prosseguirmos adequadamente com nossos cuidados e atividades diárias.

Porém, na maioria das vezes, acabamos por desenvolver uma baixa estima, o que nos torna inseguros, com sentimentos de incapacidade, de menos valia.

Neste momento iniciam os problemas, pois desvalorizamos o que somos, em detrimento do que achamos que deveríamos ser.Tudo o que fazemos é resultado do que acreditamos ser, por isso o autoconhecimento é de fundamental importância para aumentar a auto-estima.

Sendo assim, confiar em si mesmo, ouvir a intuição, acreditar na voz interior, respeitar os próprios limites, reconhecer nossos valores, expressando nossos sentimentos sem medo, sentir-se competente, capaz e se tornar independente da aprovação dos outros, faz com que nossa auto-estima se eleve. Porém, este é um processo gradativo que exige trabalho e conscientização.

Vivemos em busca de um ‘eu ideal’, um jeito de ser e de estar fora do padrão real. Em função dessa construção imaginária é que saímos em busca de fórmulas mágicas de sermos felizes e acreditamos que esse sentimento está diretamente ligado ao corpo construído pela mídia.

Estamos vivendo um momento singular em nossa história. O movimento ‘plus size’ está em alta, e as mulheres mais cheinhas estão podendo visualizar e experimentar roupas, acessórios e cuidados antes desprezados pelas mesmas, justamente em função da estima baixa .

Foi preciso um grande movimento para as gordinhas acordarem, e aceitarem que ser bonita é muito mais que um corpo, abrange o bom humor, a alegria, os cuidados com cabelos, unhas, um batom, brinco, é um valorizar-se na totalidade.

Quando temos um auto conceito positivo a cerca de nós mesmos, somos capazes de mudar hábitos, vencer a tristeza, buscar novos projetos de vida e desenvolver bons relacionamentos.

Psicóloga Luciana Kotaka

CRP – 08/06502-1

Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares

Curitiba -PR


Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica
Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
CRP- 08/06502-1
Psicóloga Clínica Transtornos Alimentares
Emagrecimento e Manutenção de Peso
Blog: blog.comportamentomagro.com.br
www.comportamentomagro.com.br

Quer vencer, lute!



Quer vencer, lute!




Medo, sentimento que nos impede de crescer e viver a vida de forma mais intensa.

Mas podemos mudar essa situação, e transformar o seu medo em força.


O medo é uma emoção básica, com determinadas características associadas, tais como a ansiedade, a apreensão, o nervosismo, o pavor, a preocupação (Freitas e Magalhães,2007).Caracteriza-se pela activação de um estado emocional aversivo que tem por objectivo motivar o indivíduo a enfrentar determinados estímulos ou situações ameaçadoras.( Öhman, e Rück, 2007).

Conforme vai entendendo e conhecendo a forma como reage frente a algumas situações que lhe causam medo, vai ganhando força, desenvolve auto confiança , gerando segurança para usar de seu potencial para viver uma vida melhor.

- Defina valores – verifique os pontos importantes que precisam mudar em sua vida, baseado nos valores apreendidos por você.

- Quem é você - Aprender a construir uma relação de amizade consigo mesma, se conhecendo e se respeitando, pois essa é a base da auto estima, o que fortalecerá suas escolhas.

- Lute, a vitória é sua – identifique os comportamentos derrotistas que existe dentro de si mesmo, e adquira habilidades para expressar o que quer ou não para sua vida.

- Só aceite o melhor – respeite e procure viver de acordo com seus princípios, para que possa tomar decisões mais assertivas.

- Se fortaleça - o medo pode ser seu aliado para modificar os aspectos que necessitam de alterações. Encare de frente, pois quem vive com medo,vive pela metade.

Não são mudanças fáceis de colocar em prática, mas quando nos colocamos dispostos a enfrentar o medo, em realizar sonhos, alcançar objetivos que traçamos na vida, tudo acontece da melhor forma possível.

Ao nos colocarmos dispostos a rever conceitos e enfrentar o medo, já alcançamos os instrumentos necessários para as mudanças.

Boa sorte!

Psicóloga Luciana Kotaka- CRP -08/06502-1

Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares

Luciana Kotaka - Psicóloga


Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica
Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
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Compulsão – Beleza – Tristeza



Compulsão – Beleza – Tristeza



Essa é uma situação que vem aumentando muito na população brasileira, em função de uma mídia forte que passa uma imagem de mulher magra como saudável, bonita e feliz.

Estamos vulneráveis a essas mensagens que muitas vezes vem disfarçadas nas publicidades, e em outras vem bem claras e explícitas, e quando percebemos, estamos nós admirando um corpo magro (digo magérrimo).

É a era do sofrimento, pois corpo não é feito de massinha de modelar, que podemos dar a ela a forma de”Barbie”, corpo cheio de curvas, porém magro – Perfeito!!!

Perfeito para quem eu pergunto? A quem serve essa moda injusta e insana? Quantas vidas em sofrimento, quantos pais perderam sua filhas amadas em função de uma anorexia e bulimia? Ah sim, as duas doenças matam….e a depressão e a “pressão” a que estão expostas?

E ainda sim acham lindo esse corpo?

E nossa origem, nossa herança, nossa história, esta que está marcada em nossos traços, estrutura corporal, nossas vivências, essas não contam?

Fico pensando quem lucra com isso, a quem querem fazer feliz? Uma idéia falsa de beleza, uma destituição do verdadeiro valor da mulher, do homem, em sua beleza mais genuína que é o seu “EU”.

Quem sou, o que valho, o que posso contribuir, compartilhar…esses valores estão sendo esmagados dia após dia, ficando em seu lugar valores vazios..

Triste não? Triste ver a situação da mulher que ilustrei logo acima.

Triste é passarmos na rua e vermos crianças sem comida, sem roupa, sem banho, sem pasta de dentes , sem roupa limpa, isso é ser infeliz, isso é o que nossa “sociedade” devia estar preocupada em vender, valores reais, valores humanos como : cooperação, simpatia, respeito, amor, doação, perdão, caridade, fraternidade, entre muitos outros que poderia colocar aqui.

Vamos refletir, vamos pesar nossas verdadeiras necessidades. Não vamos comprar essa imagem falsa de corpo ideal, e sim, um corpo adequado a nossa estrutura,nossa história, vamos nos respeitar.

Deixo um abraço e um desejo que em 2010 possamos buscar sim, um corpo saudável, que nos traga bem estar, mais acima de tudo equilíbrio e serenidade!



Luciana Kotaka- Psicóloga Clínica

Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares

Curitiba-PR
Vamos lá meninas! Boa Sorte!

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Por: Luciana Kotaka
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O poder de acreditar



O poder de acreditar



Acreditar…

Como colocar essa simples palavra em forma de ação, é tão difícil!

Ao tomarmos uma decisão ou quando traçarmos uma meta, várias questões estão envolvidas no processo.

Existe uma grande distância entre saber e fazer, querer e não poder.

Você pode não concordar e me perguntar: Mas como assim, como se eu sei tudo e não emagreço, quero e não consigo?

Apesar de todo conhecimento e vontade, importante ressaltar que também existe diferença entre vontade de ficar magra e realmente fazer como, para conseguir esse objetivo.

Sugiro a voltar-se para dentro de você, e refletir:

Quero mesmo mudar de emprego? O que tenho feito para isso? Tenho mandando curriculum? Tenho feito cursos para me manter atualizada? Cuido de minha aparência?

Quero melhorar meu relacionamento com meu marido, filhos, amigos, e o que tenho feito? Será que não estou somente reclamando da vida, do outro e não paramos para olhar nossos defeitos?

Como o peso também é assim!

Não tem dinheiro para pagar academia, mas não aproveita a rua disponível para caminhadas, compra produtos mais leves , mas sente-se cansada ao chegar em casa, e não levanta para preparar uma refeição adequada.

Viver, conquistar, tudo isso exige de nós, comprometimento.

Pessoas que estão com corpos bonitos, malhados, ou simplesmente bem consigo mesmas, foram em busca de seus objetivos. Saíram do sonho e partiram para a AÇÃO!!!

E pergunto:

O que tem feito por você? Tem acreditado que pode?


Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica

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Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
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Psicologia e a Cirurgia Bariátrica

Psicologia e a Cirurgia Bariátrica





Atualmente a cirurgia bariátrica é a o método mais eficaz para o tratamento de obesidade mórbida, onde se busca o controle de peso a longo prazo.

A psicologia exerce um papel fundamental nesse processo, pois poderá avaliar se o paciente está apto emocionalmente para a cirurgia, além de auxiliá-lo no pré e pós cirúrgico, para que compreenda todos aspectos envolvidos nesse processo.

Na preparação para o pré-operatório o paciente precisa ser informado da extensão do procedimento, pois as mudanças advindas da cirurgia acarretará tomadas de atitudes assertivas para o sucesso da cirurgia.

Como é um procedimento invasivo, deve estar informado dos riscos e complicações, estar bem consciente de que terá que mudar sua relação com a comida de forma significativa, pois enfrentará um grande desconforto e a necessidade de adaptação a nova dieta.

Não seguir as regras impostas no pós cirurgia irá causar riscos sérios a saúde além de comprometer o sucesso do trabalho, podendo mesmo colocar em risco a própria vida.

No pós cirúrgico além das adaptações práticas que precisam ser seguidas, o paciente poderá ficar muito ansioso,aparecendo a insegurança em função de mudanças rápidas ao qual estará passando.

Nesse novo contexto, o psicólogo auxiliará o paciente a compreender melhor o que está sentindo, aderindo com maior segurança ao tratamento , se responsabilizando pelas escolhas e consequências destas.

Apesar da expectativa frente ao novo corpo,o paciente poderá sentir dificuldades em aceitar a nova imagem, pois resultará em uma nova identidade, mudança muito significativa principalmente para as pessoas que eram obesas desde a infância.

Luciana Kotaka

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Lanches e obesidade infantil



Excesso de lanches podem estar contribuindo para o aumento da obesidade infantil


Com tantas facilidades e variedades, os lanches acabam sendo uma rápida solução para pais que levam uma vida corrida e que são adeptos das facilidades que os fast foods oferecem.

Segundo Carmen Piernas e Barry Popkin, da Universidade de Carolina do Norte, as crianças comem lanches com tanta frequência que estão “se movendo em direção à alimentação constante”, informaram.

Nossa rotina alimentar deve constar de seis refeições, sendo três refeições completas, e três lanches intermediários. Os pais devem favorecer uma rotina alimentar desde cedo, oferecendo alimentos saudáveis, de forma equilibrada, para se instale de forma eficaz os hábitos alimentares. Pratos coloridos e bem arrumados, torna-se atrativo para as crianças.

Muitos pais não se preocupam quando a criança começa a engordar, pois acreditam que é apenas uma fase, e que ao entrar na adolescência ela esticará e ficará magra novamente.

As últimas estatísticas mostram que 30% das crianças, entre 6-19 anos de idade, nos EUA, estão com sobrepeso ou obesas, o que as coloca em um risco crescente para doenças crônicas, como doenças cardíacas, hipertensão arterial, diabetes e problemas emocionais na adolescência e idade adulta.

Os fatores emocionais também contribuem na prevalência da obesidade. Muitas crianças sofrem desde pequenas com comentários e rótulos que lhe são conferidos em função do sobrepeso e obesidade, sendo importante o acompanhamento do psicólogo nesse processo, como forma de resgate da auto estima, e canalização das emoções de forma a não interferirem na sua relação com a alimentação.

Luciana Kotaka Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares

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Transtornos Alimentares




É doenças classificadas dentro da Psiquiatria por alterações drásticas no comportamento alimentar.

Caracterizam-se pela utilização de dietas restritivas, produtos e medicamentos para emagrecimento sem orientação especializada.

Temos a cultura do corpo magro e uma oferta de produtos tidos como milagrosos que alimentam o sonho de corresponder a esse padrão de beleza. Ambos podem desencadear o transtorno alimentar de modo não consciente.

A oferta de alimentos nunca foi tão intensa como atualmente e paralelo a esse processo vem à cultura pregando um padrão de beleza inatingível, mostrando uma contradição de valores e desprotegendo nossos adolescentes que vivem esse processo

De forma intensa e dolorosa por não se enquadrarem nesse corpo magro.

As doenças mais conhecidas são:

Anorexia Nervosa

As pessoas que apresentam anorexia estabelecem o peso ideal muito abaixo dos padrões saudáveis, e caminham em busca deste peso, de forma agressiva consigo mesma.

Desenvolvem formas variadas de controle sobre o apetite, pois valorizam a idéia de evitar alimentos que possam engordar, utilizando estratégias para não se alimentarem e não deixarem que seus pais percebam esse movimento. Vão perdendo peso gradativamente, e sentem-se no controle da situação.

Existe também o tipo purgativo que podem alternar períodos de restrição com períodos purgativos.

Utiliza-se de várias formas de purgação, desde vômitos, uso de laxantes, diuréticos, e freqüentemente exercícios físicos em excesso e de forma extenuante.

Bandeiras para identificação da Anorexia Nervosa

- Cessa a menstruação;
- Achar que está acima do peso, reclamar que está gorda;
- Fazer dieta quando não tem necessidade de perda de peso;
- Preocupação excessiva com comida, calorias, quer cozinhar;
- Negar a fome;
- Exercícios físicos em excesso;
- Formas de se alimentar fora do padrão normal;
- Pesar-se de forma exagerada;
- Episódios intermitentes de compulsão;
- Reclamar que está sentindo-se nauseado, “cheio”, quando ingere quantidades normais de alimentos.

Tratamento:

Nos casos dos transtornos, é necessário um trabalho em equipe multiprofissional, com nutricionista que estará prescrevendo a dietoterapia necessária para recuperação do peso da paciente ou no caso da bulimia e das compulsões, uma dieta equilibrada de acordo com as características da paciente, o psiquiatra que irá medicar de acordo com o quadro apresentado e a psicoterapia individual, em grupo e/ou familiar, que abordará todos os aspectos psicológicos que envolvem os transtornos, a vida do paciente, suas relações familiares, afetivas e suas crenças.

Bulimia Nervosa

A bulimia nervosa se caracteriza pela ingestão exacerbada de comida em um curto período de tempo. Se ingere cerca de 2.000 a 5.000 calorias em cada episódio, vindo acompanhado pela sensação de completa perda de controle , com sentimentos de culpa e vergonha.

Na grande maioria das vezes, esse episódio vem acompanhado de métodos compensatórios de purgação como: vômitos, auto-induzidos, laxantes ou diuréticos, enemas, exercícios físicos extenuantes e jejuns prolongados.

Um fator que dispara e mantêm esses episódios de voracidade são os períodos de jejum prolongados ou dieta muito restritiva, gerando uma perda de controle, que acontece geralmente sem que nenhum familiar perceba o que está acontecendo.

Bandeiras para identificação da Bulimia Nervosa

- Humor depressivo;
- Preocupação excessiva com o peso e corpo;
- Comer em excesso quando se sente angustiado;
- Dieta restritiva seguida de episódios de compulsão;
- Ter compulsões com alimentos calóricos e com doces;
- Sentir expressar culpa ou vergonha por sua compulsão;
- Utilização de laxantes e vômitos para controle do peso;
- Após as refeições, usar o banheiro para seus vômitos secretos;
- Manter em segredo esses vômitos e as compulsões;
- Planejar as compulsões e as oportunidades para a realização;
- Sensação de perda de controle e desaparecimento após a refeição.

Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP)

Também chamada de Binge Eating Disorder, segundo o DSM IV (Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Americana de Psiquiatria), se caracteriza por uma verdadeira farra alimentar, onde não existe um controle do que se ingere, onde na seqüência existe a presença de sentimentos de culpa e auto-reprovação muito acentuadas.

Uma síndrome caracterizada por episódios recorrentes de compulsão alimentar, sem que ocorra nenhum comportamento de compensação para evitar o ganho de peso

Para caracterizar a compulsão, esses episódios deverão ocorrer pelo menos duas vezes na semana por seis meses.

Luciana Kotaka- Psicóloga Clínica

Vamos lá meninas! Boa Sorte!

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PRIORIDADES


PRIORIDADES

No trabalho com sobrepeso e obesidade, tem um aspecto que acho importante trabalhar que são as prioridades.

Recebo pessoas que se sente assoberbadas de funções, aquela mulher que eu descrevi em um artigo que escrevi e postei no mês de agosto – Mulheres Equilibristas, uma jornada de peso, aonde vêem mulheres sufocadas como excesso de atividade e sem tempo para se olharem, sentirem ou se cuidarem.

Iremos sempre ter inúmeras demandas, das mais variadas, e sabemos também que nunca poderemos atender a todas elas, sendo necessário fazer escolhas, estabelecer prioridades, poder dizer não quando necessário.

Temos que separar o que é prioridade do que é importante, pois prioridade é algo da ordem do necessário, do que é preciso fazer em primeiro lugar. Desta forma, muitas vezes fazemos coisas importantes e deixamos de lado coisa de extrema necessidade, e acabamos por criar situações de estresse, cansaço físico e emocional em função dessas escolhas.

Existe outro aspecto dessa situação que é gritante, que se mostra freqüente na questão da obesidade, que é fazer tudo para o outro, não podendo nunca dizer o não, não posso, não quero.

Muitas pessoas além dos seus afazeres diários, tomam para si tarefas que não lhe competem, por não saberem recusar, ou até mesmo por uma satisfação, uma necessidade de ser o bonzinho, o que resolve tudo, e aí chegam aos consultórios médicos em busca de soluções para seu estresse, cansaço, alguns sintomas psicossomáticos, pois o corpo também grita por socorro adoecendo.

Isso também é uns dos pontos que percebo nas pessoas que estão à cima do peso, sempre cansadas, chegam a casa sem animo de fazerem comida para si, acabam por comer algo pronto ou rápido. Trabalham o dia todo e me dizem que não podem parar, não deu tempo de tomar um iogurte, ou de comer uma barrinha de cereal. Falta de tempo? Ou falta de prioridade?

Reconhecer que existem momentos que deve dar prioridade a você, fazendo uma caminhada, saindo para dançar, se presenteando com aquele batom que viu no último catálogo, enfim, inúmeras formas de se olhar, se cuidar, se amar. É necessário resgatar um tempo para si, descobrir coisas que lhe dão prazer, estabelecer estratégias, planos, momentos de alegria e satisfação.

Afinal, se você não for prioridade, o que será?


Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica


Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica
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Comemorações


Comemorações



Quem já não passou por essa situação?

- Coma mais um pouco querida!
- Estou fazendo regime, obrigada!

- Ah…não vai me fazer uma desfeita dessas né? Vou me sentir ofendida!
É muito comum em almoços de família sua mãe, tia, sogra se sentirem ofendidas quando ousamos dizer um : Não quero mais…estou satisfeita.

Em função da cultura estabelecida dentro do contexto familiar, a comida muitas vezes vem carregada de afeto, ou seja, vem marcada pelo amor a família.

Mas também vivemos essa situação fora da família, em festas, reuniões no trabalho,enfim, a questão é como é difícil para o outro lidar com nossa decisão de emagrecer.

Experimente então falar que está em regime, nossa!!!! Aguente a enxurrada….

- Só hoje, vamos comemorar! - Não seja estraga prazeres, vamos todos comer. - Ah! um pouquinho, só para experimentar.

Mas creio que a pior situação é quando embalamos nessas situações e nos “convencemos” que só naquele “momento” vamos sair fora de nossos objetivos.


Claro que temos que comer, estamos em uma festa, todos comemorando, mas também podemos escolher o que comer ou melhor, quantas coxinhas vamos comer!!!!

Importante mesmo é não sair alardando que está de “regime”, para que todos logo se encarreguem de entupí-lo de comida e que aproveite essa situação para comer mesmo.

Vamos tomar uma posição diferente?

Que tal chegar na festa com tranquilidade e escolher o que comerá, não contar que está se cuidando, e assim cuidar de si mesmo.

Nossa postura diante da vida e das situações é que irão determinar nossas vitórias e fracassos.

Então, vamos nos preparar para a próxima festa?


Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica – Curitiba



Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica
Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
CRP- 08/06502-1
Psicóloga Clínica Transtornos Alimentares
Emagrecimento e Manutenção de Peso
Blog: blog.comportamentomagro.com.br
www.comportamentomagro.com.br

Refrigerantes: Vício Permitido


Refrigerantes: Vício Permitido

Se você é um cocólatra ou viciado em refrigerantes e deseja emagrecer está na hora de desmamar dessas bebidas viciantes.

A versão normal com direito a xarope adocicado, bom para engordar e várias substâncias desconhecidas que mais parecem de poção mágica do que alimento são substâncias químicas que não alimentam ou nutrem.

Os diet são isentos de açúcar, lights tem redução de calorias e os zero
açúcar, qualquer um deles não tem pode melhorar sua saúde e nem
representação calórica na dieta e muito menos nutritiva.

Toda e qualquer bebida gaseificada, colorida, adoçada e fabricada artificialmente tem a função de intoxicar as células do corpo e dificultar o processo de emagrecimento.

Vá aos poucos reduzindo a quantidade como um desmame, gradativamente seu corpo se desacostuma, afinal tudo que é radical dura pouco tempo, portanto tenha paciência. Comece espaçando o uso, depois deixe para uma vez na semana e uma no fim de semana, depois só no sábado e domingo e por fim pouca quantidade apenas em festas.

Descubra o poder hidratante da água, o nutritivo das frutas e dos sucos
e seja mais feliz em um corpo desintoxicado e mais magro.



A nutricionista Marilize Busato de Oliveira Tamanini, especialista em gestão de negócios na área de alimentação e nutrição, está no mercado há dez anos e trabalha com educação nutricional em seu consultório, localizado no bairro Batel, em Curitiba-PR.

Avaliação antropométrica, bioempedância, educação nutricional e elaboração de planejamentos, alimentares individualizados são algumas das ferramentas utilizadas em seu consultório, onde trabalha com educação nutricional continuada. O trabalho é feito com ética, sempre respeitando as necessidades individuais.
Através da mudança do comportamento alimentar, o cliente passa a ter subsídios para fazer escolhas inteligentes e sente-se motivado para o alcance de suas metas.
Dedica-se à melhoria dos hábitos alimentares das pessoas com flexibilidade e inteligência, sempre respeitando as necessidades e limitações de cada paciente.

Por: Dra. Marilize Tamanini
CRN 8-1012 Nutricionista


Visite seu website www.saudeeprazer.com.br

Proposta de mudanças

Proposta de mudanças

Gostaria de convidá-las (os) para traçar algumas metas, com objetivo de mudar algumas diretrizes de vida.

Esse processo tem ligação direta com seu emagrecimento:

1-Você pode e deve tomar as rédeas de sua vida. Isso significa, parar de ser ou fazer o que outras pessoas esperam e começar a fazer o que realmente quer, ser e agir da forma que acha coerente com sua forma de pensar.

Não tenha receio de decepcionar as pessoas, familiares e amigos, pois na verdade, a única pessoa que pode mudar sua vida é VOCÊ mesma (o)!

2- Procure dentro de si tranquilidade e controle sobre o que sente . Para isso ,veja quais os meios poderiam ser eficientes para alcançar essa meta.

É muito mais fácil nos entregarmos a pensamentos ruins, de pessimismo, de derrota, ao invés de pensarmos de forma mais positiva e construtiva em busca de mudanças.

Procure nesses momentos, mudar o foco do pensamento . Exemplo : Acordei e tropecei, depois ao tomar café, despejei o leite todo no chão, pois escorregou a caixa de minha mão, e aí se desenvolve uma rede de pensamentos que formam uma frequência ruim que acaba por desencadear uma série de fatos negativos no decorrer do dia.


Então, quando acontecer coisas que não lhe agradam, pare, analise a situação e a partir desse processo de conscientização ,as mudanças começaram a ocorrer.
Lembrem-se que seus pensamentos moldam a sua vida! .

3- Deixe o medo fora de sua vida. Nos paralisamos frente a mudanças, por mais que desejadas, justamente porque elas trazem novas expectativas, desafios e como lidar com isso?Parece loucura, mas a possibilidade de estarmos diferentes, nos traz também a ansiedade frente ao desconhecido. Como será estar mais magra ? O que irão dizer ? Como é que vou comer aquilo que gosto na frente das pessoas sem me recriminarem ? Como será chamar a atenção do olhar do outro ? Como vou me sentir sendo desejada ? Nesse momento precisamos refletir e nos preparar para nos olhar com carinho e atenção, pois mudanças trazem modificações em várias áreas de nossas vidas e precisamos estar dispostas para enfrentar essa situação, para que não sabotemos nossas conquistas.


4- Comemore cada vez que conseguir perder peso. Fique feliz e comemore, mesmo que seja 100 gramas. Lembre-se de pouco em pouco vai se somando e no final a diferença vai ser bem significante. Então, não menospreze suas conquistas.

Nos esquecemos de que para chegar ao peso atual, foram anos de vida, anos de abuso, ou de má alimentação, e reverter esse processo é lento, porém assertivo se for feito com tranqüilidade e sem pressa.



5- Estabeleça algumas tarefas que possam te auxiliar no resgate de você mesma, fortalecendo sua auto-estima.

- Dançar

- Ouvir música


- Caminhada


- Ler um bom livro

- Fazer artesanato


- Fazer as unhas, o cabelo


- Andar de bike


-Reunir as amigas (os) a fim de compartilhar suas alegrias e conquistas


Enfim, você pode fazer uma lista de situações que poderão lhe proporcionar prazer, fortalecendo sua relação com você mesma.


Um abraço Luciana Kotaka

Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
CRP- 08/06502-1
Psicóloga Clínica Transtornos Alimentares
Emagrecimento e Manutenção de Peso
Blog: blog.comportamentomagro.com.br
www.comportamentomagro.com.br


Colegas sabotadores


Colegas sabotadores


Essa é uma situação muito freqüente quando se trata de mudanças…

Para nós um ensaio desgastante : Começo a RA ou não começo, e vamos lá, com um esforço sobre humano decidimos que agora vai, e nos preparamos para nossa rotina do dia, com frutas, barrinhas, iogurtes e vamos trabalhar….

O que não esperávamos nesse processo todo é alguns colegas dispostos a sabotar esse seu processo tão cuidadosamente articulado.

Somos recebidos com carinho, muitos dando a maior força, até que no terceiro dia de sua RA, chegam com um delicioso bolo de chocolate e você que está tão determinado, acaba resistindo bravamente.

No quarto dia, outro colega, chega com uma caixa de bombons e diz para você: Ah! Só hoje,não pode ser tão rígido assim, e você, que já está cansado de comer tão certinho, acaba por comer um bombom.

Algum problema? Não, claro que não!

O problema começa a partir do momento que todos os dias,acaba caindo na tentação de comer um pouquinho do que na verdade irá te impedir de perder peso.

Temos dois pontos para analisar aqui:

Um, que regimes rígidos não dão certo, pois a probabilidade de cair e fracassar é muito alta;

Segundo, temos um momento certo para enfrentar esse processo, quando nos sentimos realmente seguras e preparadas para enfrentar essas situações que estarão permeando nossas vidas o tempo todo.

Temos que estar preparadas emocionalmente para seguir em frente, desenvolvendo estratégias eficientes para lidar com os imprevistos, pois teremos sempre convites para festas infantis, páscoa, natal, ano novo, casamentos, e assim, muitos outros convites que estarão recheados de comidas apetitosas e interessantes.

Como você tem lidado com essas situações ou pessoas?


Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
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Psicóloga Clínica Transtornos Alimentares
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Blog: blog.comportamentomagro.com.br
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O Medo


O Medo

O medo é um sentimento que permeia nossa vida, e se esconder do que nos assusta não será benéfico.


Quando sentimos medo, logo levantamos muros de proteção, e seja ele de madeira ou concreto, nos fará paralisar em algum momento ou mesmo em algum movimento pretendido.

Esse muro que levantamos ,nos protege do outro, do mundo, mas pergunto :ele nos protege de nós mesmos?

Esse medo tem que ser liquidado , pois quando não o enfrentamos,nós caímos fracassados, presos a conceitos ou situações reais que estão aí fora, prontos para serem vivenciados .

Pensamos que nos protegemos, então nos recolhemos dentro de si, ou mesmo dentro de nossas casas, e nos confortamos com alimentos que nos dão prazer, que nos faz sentir acolhidos até protegidos,mas nos esquecemos, que cada movimento nessa direção, nos aprisiona cada vez mais.

Então nos deparamos com um impasse:

Queremos viver, ter prazer, ser feliz, mas deixamos que o medo tome conta de nós, determinando nossas ações de reclusão, de introjeção, dentro de nós mesmos.

Criamos um mundo imaginário, um mundo sem limites….

Comida sem limites….

Comportamentos sem limites….

Nesse momento , precisamos desenvolver estratégias , ou seja, tomar as medidas que forem necessárias para conciliar a situação que estamos vivendo , com o futuro que almejamos.

É importante que ao desenvolvermos metas, tenhamos em mente que muitas coisas podem sair fora do estipulado em nosso projeto (festas,encontro de amigos,comemorações), e que nesses momentos temos que ter planos complementares para colocar em ação para não perder o foco do que desejamos.

Mesmo planejando,muitas coisas saem erradas, pois aparecerão inúmeras variáveis nesse processo a qual devemos dar conta. Nesses momentos agir com inteligência estratégica nos ajuda muito, e assim mesmo, as vezes temos que desenvolver uma terceira estratégia de ação.

Esse processo se aplica em tudo em nossas vidas, seja em estudos, profissão, como também no emagrecimento.

Desistimos ao menor sinal de estagnação do peso, achamos que não está certo um processo e partimos para outro qualquer, que alguém disse ou que alguém leu em uma revista.

Não paramos para rever o que traçamos, nem lançamos mão de conhecimentos científicos acerca do problema apresentado, e saímos a procura de algo que mate o medo de ficar acima do peso, mas que não são efetivas.

Vamos vencer o medo, olhar para dentro de si e ver o que teu corpo está pedindo?

Temos estratégias disponíveis, temos profissionais habilitados e informações para nos embasarmos.

O medo é uma porta que se fecha para dentro e a felicidade é uma porta que se abre para fora!



Luciana Kotaka – Curitiba-PR
Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
CRP- 08/06502-1
Psicóloga Clínica Transtornos Alimentares
Emagrecimento e Manutenção de Peso
Blog: blog.comportamentomagro.com.br
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