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Espelho, espelho meu....





Espelho, espelho meu...



Vivemos correndo o tempo todo, e não temos muito tempo de prestarmos atenção a pequenas diferenças que acabamos vivendo, e quem algum momento, quando colocarmos aquela calça, aquela que tanto gostamos e que sempre foi o cheque mate em todas as situações de emergência – SUSTO!!! Ela não nos serve mais…..

Vamos engordando devagar, aos poucos, três quilos por ano e, depois de seis em dois anos, e quando damos por conta,estamos com 15 kg a mais. Isso acontece porque você não se vê gordo , até porque o peso foi aumentando lentamente, de forma gradativa.

No momento que ocorre essa constatação, é necessário que se olhe no espelho, com coragem e pense no que pode fazer para recuperar aquela mulher que você conheceu.




Emagrecer exige uma organização de vida, determinação, e acima de tudo desejo.


Exige uma viajem ao passado em busca de um resgate do eu ou seja, um resgate da auto-estima.


Qualquer pessoa que queira, autenticamente, jogar fora os quilos extras, há de conseguir.


Mesmo que esse objetivo seja demorado, vai valer a pena. Mesmo que doa, vale a pena.


Dor essa que implica na reestruturação de sua rotina alimentar, mas que não precisa ser drástica e radical.



Em síntese:



Quem quiser realmente emagrecer, vai emagrecer. Mas, é preciso olhar para isso, assumir esse compromisso, não com o profissional de saúde que lhe atende, mas principalmente com você mesma!


Luciana Kotaka

Vamos lá meninas! Boa Sorte!

Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
CRP- 08/06502-1
Psicóloga Clínica Transtornos Alimentares
Emagrecimento e Manutenção de Peso
Blog: blog.comportamentomagro.com.br
www.comportamentomagro.com.br

Perdido, sem saber por onde começar?


Perdido, sem saber por onde começar?

Quem já não se sentiu perdido, sem saber por onde começar?

Muitas vezes no nosso dia a dia, vamos passando por cima de muitas situações, obrigações, desejos, enfim, de nós mesmos, por não estarmos prontos, preparados para resolvermos um determinado conflito ou situação.

Sabe aquele dia que estamos com pressa e erguemos o tapete e jogamos deliberadamente a sujeira que está no chão debaixo dele ?

Quem não faz isso em algum momento da vida? Todos nós fazemos! Muitas vezes por falta de tempo, outras por falta de condições, e outras por não estarmos preparados para arrumar essa bagunça.

Seja qual for a resposta, a verdade é que isso vai acontecer, e se esquecermos de erguer o tapete e limpar a bagunça que ficou escondida, essa bagunça vai ficar grudada no chão, cravada, mas um dia vamos ter que criar coragem e fazer uma faxina, ou podemos fazer de conta que ela não existe e continuar jogando a sujeira debaixo do tapete.

Mas o que esse texto quer nos mostrar que não queremos ver? Qual será a relação da obesidade, dos transtornos alimentares, com tudo isso?

Vendo sob a ótica da psicologia, tem muito a se pensar e refletir…. O que a comida vem tapar, preencher ou será amortecer ?

Claro que a obesidade é multifatorial, mas estou analisando a relação do emocional nesse processo, na queixas frequentes que chegam, nos relatos, das dores, das angústias que vão se somando junto com a comida engolida, muitas vezes sem prazer, mas por uma necessidade de resolver, de resgatar um prazer ou um equilíbrio a custa de comportamentos que acabam sendo de auto agressão.

A importância de se trabalhar os aspectos emocionais em um processo de reeducação alimentar é indubitavelmente necessário, pois desta forma poderá canalizar sentimentos, emoções de forma assertiva, promovendo um resgate da auto estima, do respeito para com seu eu, com o seu corpo.

Emagrecer e permanecer magro, dentro do padrão de beleza pessoal, de acordo com seu biótipo, idade e história de vida, pois isso é o real, nossas heranças, traços e estruturas de nossa família.

Esse é o nosso eu, digno de respeito, de amor e de carinho e não fotos ou imagens de mulheres magérrimas, que se maltratam, que sofrem, para se manterem dentro de um ideal de beleza.

Esse é a nossa meta, ser feliz com o nosso possível, dentro de um processo adequado e saudável.


Então lhes digo respondendo a pergunta acima: Por onde começar? Por você mesma!


Luciana Kotaka


Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica
Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
CRP- 08/06502-1
Psicóloga Clínica Transtornos Alimentares
Emagrecimento e Manutenção de Peso
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Pensando gordo nas relações



Pensando gordo nas relações

Comecei a refletir em como funciona o indivíduo com sobrepeso/obesidade pensando gordo. Se puder escolher entre um pequeno sonho e um ao lado, grande é este mesmo que irá optar em comer. Não precisamos ir muito longe para observarmos em como esses comportamentos se dão quando algumas pessoas ao entrarem a uma loja para comprar um sapato, experimentam um preto, básico, é este que está precisando no momento, mas, ao lado tem um verde lindo, e outro marrom, e quando sai da loja se dá conta da loucura que fez. Não comprou só o par de sapatos que precisava, e sim três pares de sapatos.

A compulsão pode se dar em vários aspectos de nossas vidas, e cada um experimenta de forma diferente essa manifestação, um comportamento a qual chamamos de perda de controle.


Nas relações interpessoais, a situação se repete de uma forma disfarçada. A compulsão vem transvertida através da necessidade do outro nos completar.

Observamos na clínica como também em nossa vivência pessoal, várias relações
aonde podem detectar um adoecimento do afeto. Uma necessidade de que o outro nos complete, possa preencher nossos anseios, vazios, solidão e angústias. A partir deste ponto averiguamos que grande parte das pessoas pensam gordo, e acreditam realmente que o outro deva encarnar a sua idealização, e se decepcionam quando se deparam com as diferenças, com a não completude de seus pensamentos, seu corpo (simbiose), e na seqüência, cortam as suas relações, destrói o outro. O outro o decepcionou, não deliberadamente, mas por ser justamente – O OUTRO, com anseios, desejos, crenças, referências diferenciadas, e que realmente não vai e não pode, se colar ao desejo e no anseio do amigo. Penso na relação do pensar gordo nesse aspecto, do desejar mais, querer que o outro seja o maior dos amigos, o melhor, o mais compreensivo, o mais presente, para justamente compartilhar a forma de ver e vivenciar as situações do dia a dia, o pensamento mágico de que tudo vai melhorar, se o outro os preencher.

E a comida, não é essa a função que ela exerce no obeso?


Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica
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Por: Luciana Kotaka
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Pensando e se comportando de forma gorda


Pensando e se comportando de forma gorda

Quando lemos o título acima logo ficamos em alerta e vamos correndo tentar identificar o que nos faz ser assim – pensar e se comportar gordo – Seriam as emoções?


A cada dia é mais claro a relação entre a comida e o afeto, pois ficamos condicionados e/ou dependentes da comida para nos sentirmos aliviados, ou melhor tranqüilos.

Esse é um aspecto importante a ser pensado, pois deixamos de comer com a função de nos nutrirmos. Usarmos a comida como fonte de prazer imediata e aí começa um ciclo vicioso, onde todas as outras fontes de prazer são deixadas de lado e a comida acaba se tornando o eixo central da vida de uma pessoa.

Vale ressaltar que a obesidade é multifatorial, porém é certo que o nosso estado emocional influencia de forma significativa nesse processo de aumento de peso, principalmente quando existe um fator depressivo envolvido.


Existem vários gatilhos que podem estar compondo esse quadro quando citamos o lado emocional: separação, mudança de cidade (país), solidão, ausência de família, vida profissional insatisfatória e assim poderia citar uma lista interminável de questões que me trazem e que podem estar determinando o aumento de peso.


Cada indivíduo é único, e vivenciará as situações de suas vidas da forma mais adequada dentro de suas possibilidades.


Abaixo tem uma lista de situações que podem levar você a comer em função de suas emoções:

- Sente um prazer imenso quando come, e perde totalmente o interesse por outras atividades;

- Come desenfreadamente, sem se preocupar com a qualidade da alimentação;

- Não come nos horários adequados e muitas vezes o faz escondido de outras pessoas;

- A baixa auto estima e a falta de cuidados com o corpo e a saúde, faz com que a situação vá se agravando;

- Tem a ilusão de que estar magra acabaria com seus problemas e que poderia ser feliz;

- Procura uma forma mágica de perda de peso, colocando fora, no outro a responsabilidade por emagrecer.

Identificando essas questões em seu processo de sobrepeso e obesidade, é importante procurar ajuda de profissionais habilitados para ajudá-lo a perder peso, alcançar um estado de saúde e equilíbrio, como a nutricionista, educador físico e um psicólogo.

A obesidade é uma doença e temos que tratá-la com responsabilidade e seriedade, só assim poderemos emagrecer com assertividade.


Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica
Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
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