10 maneiras para conversar com crianças sobre o peso.

Bom dia!

Eu trouxe esse tema para ser abordado aqui no Meninas, pois esse é um assunto que tenho que tratar aqui em casa com meus dois filhos, um de 13 anos (que é magro e a cada dia quer ficar mais magro - #AdolescênciaJesuisMeAjuda!) e um de 10 anos (meu gordinho que adora comer, jogar video-game e jogar bola). Reparam que tenho um o oposto do outro e percebi que não é incomum e vejo muitas pessoas com o mesmo caso. Por isso mamães, papais, titias , titios,  de plantão, segue abaixo um texto bem legal com dicas para lidar com essa situação:



10 Maneiras para conversar com uma criança sobre o peso.




Primeiro, é preciso falar sobre o assunto

Alguns pais acreditam que quanto menos falarem sobre determinados assuntos com seus filhos, melhor.
Mas para Andrew Hill, professor de psicologia médica do centro de ciências da saúde da Universidade de Leeds, é melhor que não haja barreiras na comunicação com os filhos.
"Não é fácil", diz ele. "Mas se algumas questões forem levantadas, não dissimule. Vá direto ao ponto. A chave da questão é "por quê?". Eu quero saber por que esse comportamento está acontecendo. Se é algo que a criança viu na TV ou alguém lhe disse na escola, talvez seja algo doloroso. As preocupações demonstradas pelos pequenos costumam ser sintomas de outros eventos – portanto, resolva-as e outros comportamentos tendem a se estabilizarem".
O peso de uma criança é motivo de preocupação, ele diz, mas isso é volátil e pode ser temporário.
As meninas em uma idade em particular – quando chegam à puberdade, por exemplo – tendem a se comparar mais com as colegas, acrescenta Hill.
Na média, durante a transição para a idade adulta, o seu índice de gordura corporal chega a dobrar.
Segundo o psicólogo, os meninos também passam por mudanças no corpo, mas de outra forma: eles tendem a ganhar mais músculos.
"Quando as meninas se comparam, elas estão normalmente em diferentes pontos de seu desenvolvimento físico. Conversar com elas é uma forma positiva e garantida de lidar com o problema. O 'X' da questão é mostrar às meninas que elas não precisam ser tão autoexigentes consigo mesmas."


Não entre em pânico

Um pai nunca deve entrar em pânico se seu filho lhe perguntar se está gordo, diz Paul Gately, professor de exercício e obesidade na Leeds Metropolitan University, na Inglaterra. "Conheço pais que ficam muito medrosos. A cada pergunta para a qual não estão preparados, eles tremem. Mas essa reação pode levar os filhos a pensar: o que eu desencadeei?", acrescenta Gately.
Muitos pais, afirma o especialista, "tentarão tapar o sol com a peneira ou dizer que a seu filho que não se trata de um problema. Mas se há realmente um problema, a criança corre risco de ser vítima de xingamentos na escola e isso pode acabar fazendo com que ela perca a confiança em seus pais".
"A troça e o bullying de crianças com sobrepeso na escola é endêmica", analisa Gately.
"Se uma criança mencionar o assunto, não evite abordá-lo. Pais precisam ouvir mais seus filhos. A criança precisa expôr seu ponto de vista da maneira como se sente mais à vontade."


Esteja preparado

"Faça a sua própria avaliação – se seus filhos não querem falar sobre isso, não corra o risco de criar uma briga em família. Mas se continuar preocupado com a situação, busque auxílio da professor ou mesmo do médico da família."
Andrew Hill, professor de psicologia médica do centro de ciências da saúde da Universidade de Leeds
Com a obesidade em alta, os pais que se preocupam com o peso de seus filhos podem se preparar anteriormente para uma conversa que inevitavelmente acontecerá, diz Gately.
"Os pais vão se beneficiar disso porque não serão pegos de surpresa", diz ele.
Na avaliação do especialista, os pais devem tentar criar um ambiente favorável a esse tipo de conversa.
Assim, segundo ele, quando a criança quiser falar sobre o assunto, ficará mais à vontade.
Além disso, ele recomenda que a família mantenha hábitos saudáveis, de forma a estimular que os filhos façam o mesmo.
Ele ressalva, entretanto, que qualquer mudança tem de ser feita lentamente. Caso contrário, poderá causar problemas.


Traga o assunto à tona


Os pais devem trazer o assunto do "peso" à tona antes de seus filhos?

"Faça a sua própria avaliação – se seus filhos não querem falar sobre isso, não corra o risco de criar uma briga em família. Mas se continuar preocupado com a situação, busque auxílio da professor ou mesmo do médico da família", afirma Hill.
Mary George, de uma entidade que trata crianças com distúrbios alimentares, acredita que se um pai está preocupado com a alimentação de seu filho, deve pedir ajuda a um médico da família ou um enfermeiro.
"Há sempre maneiras de dizer a mesma coisa de outra forma – fale, por exemplo, que a família toda vai fazer um check-up geral".

Trate o assunto com leveza

 Anorexia / Getty
Pais devem abordar distúrbios alimentares de seus filhos com leveza, alertam especialistas
Um pai que sinta que precise conversar sobre o peso de seu filho com ele, deve agir com delicadeza ao abordar a questão.
Para especialistas, uma das maneiras é perguntar à criança se ela se sentiria mais confortável caso tivesse outro peso, diz a psicóloga e escritora Amanda Hills.
"Se a resposta for afirmativa, então ofereça ajuda a elas fazendo uma comida mais saudável – e exigindo delas força de vontade para cumprir a meta".
A chave é guiá-las e nunca controlar os hábitos alimentares dela como um general, diz a psicóloga.
"Muitos distúrbios alimentares acontecem quando as crianças não têm controle sobre si mesmas", diz Hills. "No entanto, trate o assunto com leveza. Não diga, por exemplo, que uma comida é boa ou ruim. Caso ache que um determinado alimento não é o melhor para o seu filho, aborde a questão de forma casual. Não fique obcecado por isso".


Mostre a seu filho o quanto ele é especial

"Mais e mais crianças e adolescentes estão preocupados com a sua imagem", diz Mary George. "Com isso, perde-se um pouco da infância".
Se seu filho trouxer o assunto à tona, não evite abordar o tema, mas tente lhe mostrar o quanto ele é especial, diz George. "Encoraje-o em outras áreas – diga o quanto eles são generosos, caridosos, felizes, o que vai tirar a atenção do peso".


Nunca faça piadas

Muitos pais não percebem que ao fazerem uma piada sobre o peso de seu filho, podem afetá-lo por toda a vida, diz Hills. "Um pai, por exemplo, nunca deve chamar a sua filha de 'gordinha'. O mesmo se aplica a um marido que faça piadas sobre o peso de sua esposa, ou vice-versa".
Pais também devem ser cuidadosos em não "contaminarem" seus rebentos, ao fazerem brincadeiras, por exemplo, sobre o peso de outras pessoas.
"A criança interpretará tal atitude como correta".


Seja moderado em relação à própria aparência

""É crucial que a mãe nunca diga que esteja de dieta""
Amanda Hills, psicóloga e escritora
Pesquisas mostram que a criança é afetada pela imagem que a mãe faz de si mesma e como ela trata a comida, diz a psicóloga Amanda Hills. Nos Estados Unidos, essa situação já tem nome: "thinheritance", algo como "herança da magreza", em tradução livre.
"É crucial que a mãe nunca diga que esteja de dieta", diz Hills. "Todas as pessoas com distúrbios alimentares que eu já atendi tinham uma mãe – ou um pai – que demonstravam um comportamento obsessivo com a comida".
Mas como explicar à criança caso a mãe ou o pai evite ingerir um alimento, justamente porque está de dieta?
"Diga algo como: Mamãe não vai comer essa batata porque já terminou de crescer", responde Hills.
A psicóloga alerta para o fato de que, nesse caso, os pais nunca devem montar um prato com alimentos diferentes dos que oferecem a seus filhos, pois, assim, podem confundi-los.
Ela faz, no entanto, uma ressalva. "Se um dos pais – ou os dois – está frequentando o 'Vigilantes do Peso', por exemplo, não há por que esconder isso dos seus filhos, pois normalmente significa que eles estão precisando perder peso e devem mostrar a seus rebentos como lidar com tal problema".


Estimule seus filhos a aprender com os próprios erros

Se uma criança está preocupada com seu peso, os pais devem criar uma situação em que ela aprenda com seus próprios erros, argumenta Andrew Hill. Segundo o especialista, eles precisam ganhar autoconfiança e aperfeiçoar suas próprias competências.
Nesse caso, os pais devem, por exemplo, estimular seus filhos a sair com os amigos para praticar um exercício físico, nunca focando no sobrepeso da criança em si.


Monte uma agenda nutricional

As crianças consomem de 60% a 70% de sua ingestão calórica diária em casa. Portanto, segundo Hill, os pais devem montar uma agenda nutricional.
"Crianças mais velhas têm mais liberdade e também maior poder financeiro – a chave para isso é aconselhá-las sobre como definir prioridades porque mais tarde elas serão responsáveis por suas próprias escolhas."

Fonte: BBC

Espero que possa ter ajudado a muitos....


Beijokas,
Andreza Ferreira.

Meninas, Eu voltei.... Mas agora pra ficar......

Bom dia Meninas!!!!




Desculpem esse meu momento ausente por longos meses, cirurgia na coluna (assunto que irei trazer mais tarde para vocês), mas hoje estou voltando com muitas novidades!
Esse blog continuará com suas postagens de beleza e daremos muito mais ênfase a Make, saúde e assuntos femininos.
Ah, como não poderia deixar de contar que estou entrando para o "Mundo Plus Size", sim, sim, sim!! Realizei um book profissional que em breve vocês verão por aqui, realizei e estou em cursos, Workshop nessa área e convido todas vocês que acham que se encaixem a esse perfil vir junto, meninas, juntas somos muito mais......


Beijokas.....

Andreza Ferreira. 

Não se deprima, não se deprima...


Não se deprima, não se deprima...




Segundo pesquisadores britânicos, trabalhar demais eleva risco de depressão. Maneire um pouco: viva a vida também

Que atire a primeira pedra quem nunca quis jogar tudo pra cima e torcer pro mundo acabar em barranco para morrer encostada. Isso pode ser sintoma de depressão. Trabalhar demais não só aumenta o cansaço, como também o risco de desenvolver depressão. A conclusão foi obtida em estudo feito por pesquisadores britânicos e publicado na PLoS ONE.

Os pesquisadores recrutaram mais de 2 mil trabalhadores, entre 35 e 55 anos, de cargos diferentes. Eles foram acompanhados por seis anos e os cientistas notaram uma associação clara entre o excesso de horas trabalhadas e a depressão.

Os que trabalhavam mais de 11 horas diárias têm mais possibilidades de sofrer da doença. Em seguida, apareciam como grupos de risco as mulheres, os jovens e os mal-remunerados. Ao longo do estudo, 66 participantes experimentaram episódios graves de depressão, especialmente os que trabalhavam mais do que oito horas por dia.

No entanto, homens com empregos desafiadores e bons salários apresentaram níveis de depressão menores em relação aos outros grupos, mesmo passando bastante tempo na empresa. Segundo os pesquisadores, gostar do que se faz e ter o apoio de subordinados para realizar o trabalho têm efeito protetor para eles.

Já entre as mulheres ter um bom cargo não protege da depressão, provavelmente porque elas possuem mais responsabilidades que os homens fora do trabalho.

Com relação aos mais jovens, os pesquisadores especulam que o alto nível de depressão tenha relação com o fato de terem que se dedicar à carreira ao mesmo tempo em que têm de enfrentar desafios na vida pessoal e financeira.

Então, as pessoas, mais especificamente as mulheres, precisam de dedicar mais tempo à família, amar, curtir a vida, além de enfrentar os desafios profissionais diários. A vida é curta para desperdiçá-la somente trabalhando e ficando deprimida.

Fonte: BMFBovespa

Coaching potencializa suas qualidades e ajuda a estabelecer metas


Estratégias bem planejadas levam ao sucesso pessoal e profissional



Passamos anos em um mesmo emprego ou mesmo realizando as mesmas tarefas sem que isso nos traga qualquer satisfação, ficando, assim, presos a uma rotina que, de alguma forma, traz conforto, ao invés de partirmos em busca de mudanças que abrirão novos caminhos.

Todos nós queremos mudar, buscar a felicidade e nos sentir realizados pessoal e profissionalmente, mas nem sempre temos iniciativa ou coragem para tal. De um lado, há o incômodo da rotina, como se fosse um ritual. De outro, o conforto que a situação conhecida traz por desempenharmos tarefas que já dominamos.

Embora seja interessante sair em busca do novo, tal atitude também nos reporta ao medo do desconhecido, pois temos que ousar sair da zona de conforto. O conflito entre o desejo do novo e o conhecido é claro e pode nos levar a um estado de engessamento. Este inevitavelmente gera angústia, ansiedade e estresse.

Ele é um processo sistematizado, uma metodologia de desenvolvimento humano, que visa alavancar resultados rápidos e assertivos.



Em alguns momentos chegamos até descontar a frustração em nossos familiares e amigos, pois vivemos irritados conosco mesmos, porém, existe um processo que pode auxiliá-lo a tomar uma decisão: o Coaching.

Quando começamos um trabalho de Coaching, nosso potencial é desenvolvido ao máximo, pois podemos explorar melhor nossas qualidades profissionais. Com metodologias, técnicas e ferramentas adequadas, cada pessoa, que se permite vivenciar a mudança, poderá passar por vivências importantes que levarão ao fortalecimento da autoestima. Assim, além de reforçar nossas qualidades, ainda conseguimos traçar caminhos para a realização de nossas metas.

O processo de Coaching vem preencher essa lacuna, auxiliando o profissional a desenvolver seu potencial. Ele é um processo sistematizado, uma metodologia de desenvolvimento humano, que visa alavancar resultados rápidos e assertivos.

A capacidade de se responsabilizar pela própria vida, traçando metas com estrutura e foco em seu objetivo leva o indivíduo a agir com segurança e assertividade.




Ao desenvolver os resultados positivos de cada profissional, a performance melhorará, elevando os resultados, o que favorecerá a satisfação pessoal e profissional, além da qualidade de vida.



É importante deixar claro que não é um trabalho de aconselhamento ou consultoria e, sim, uma ferramenta capaz de fazer o profissional desenvolver suas habilidades, pois as técnicas são aplicadas de acordo com os objetivos definidos pelo cliente.

A capacidade de se responsabilizar pela própria vida, traçando metas com estrutura e foco em seu objetivo leva o indivíduo a agir com segurança e assertividade. O apoio que o Coach oferece durante esse processo estimula todas essas ações a serem realizadas, permitindo que, desta forma, saiamos vencedores.


CRP – 08/06502-1

Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares

Curitiba -PR

Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica
Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana KotakaPsicóloga Clínica Silvia Luciana KotakaCRP- 08/06502-1Psicóloga Clínica Transtornos AlimentaresEmagrecimento e Manutenção de PesoBlog: blog.comportamentomagro.com.brwww.comportamentomagro.com.br

Pin up Plus Size por Arthur des Pins


Pin Up Plus Size

Arthur de Pins é um ilustrador francês, nascido em 1977 na Bretanha e criado em Versalhes. Formou-se pela Escola Superior de Artes Decorativas de Paris.

Ele tem um talento próprio para desenhar a nudez feminina, com formas voluptuosas, de amplas curvas e muita sensualidade.

Abaixo algumas imagens desse ilustrador magnífico, que fiquei apaixonada por suas obras.
















































Beijokas,
Andreza Ferreira
@meninasdpantufa
facebook.com/meninasdepantufa

8 de abril - Dia mundial de combate ao câncer



    8 de abril - Dia mundial de combate ao câncer



    Nas duas últimas décadas, aumentou o risco de uma pessoa adquirir câncer. Pela primeira vez, o Instituto Nacional de Câncer identificou esta taxa de risco, que em 1979 era de 40 a cada 100 mil mulheres e de 60 a cada 100 mil homens, e em 1999 alcançou o patamar de 60 a cada 100 mil mulheres e 80 a cada 100 mil homens.

    Diante desses números, o IBGE teen convida você para entrar na luta contra o câncer. Para começar, você pode ler um pouco sobre o tema, saber as causas e as formas de evitar o câncer. Uma boa medida é adotar um estilo de vida saudável, de forma a minimizar os riscos de adquirir essa doença.

    Para celebrar o Dia Mundial de Combate ao Câncer, preparamos um link com medidas especiais para você se prevenir. Que tal incorporá-las em sua rotina?