Depois de um fim de semana festivo



Depois de um fim de semana festivo




Logo após uma festa recheada de calorias, é o momento de retomar nossa rotina alimentar, e correr atrás do prejuízo.

Mas infelizmente, essa festa continua por alguns dias, e quem sabe semanas, pois perdemos o foco.

Como acabamos por nos deliciar com doces, comidas maternas, temos que pensar qual é o PESO desse momento em nossa vida.

É um momento tão delicioso, que prolongamos por dias, e mesmo aliviados porque a comemoração acabou, continuamos até acharmos força para um reinício.

Mas pergunto: Será que acabou ?

As vezes é difícil tomar algumas decisões…



Lista de ações:


- Retomar o diário alimentar

- Voltar a academia

- Compras lights a disposição

- Traçar metas reais e alcançáveis


Ao retomarmos nossa rotina o corpo já se habitua , que ao final da próxima semana , já vai perceber que seu corpo está voltando, os ponteiros da balança baixando.

Nós podemos fazer opções, é isso é importante ficar claro.

Então, vamos mostrar como podemos?


Luciana Kotaka - Psicóloga


Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica
Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
CRP- 08/06502-1
Psicóloga Clínica Transtornos Alimentares
Emagrecimento e Manutenção de Peso
Blog: blog.comportamentomagro.com.br
www.comportamentomagro.com.br

Os Doze passos do MADA

Olá...

Meninas, nesse último mês, recebi um email de uma leitora do blog no qual ela prefere não se identificar e respeito isso, em que ela fala que está sofrendo muito por amor, em um relacionamento de 15 anos cheio de conflitos, no qual ela sofre muito por amar demais, e pensando nisso, fiz algumas pesquisas, porque podemos um dia estar na mesma situação e podemos ajudar uma a outra, não é mesmo, aliás esse é o lema do "Meninas de Pantufa" a amizade!

Por ela não morar em São Paulo, indiquei a ela o site Grupo MADA, onde tem alguns textos que pode auxiliá-la.

E pensando nisso, trouxe um deles aqui pro blog: Os Doze passos do MADA. Se esse texto ajudou e ajuda a muitas mulheres que amam demais, podem te ajudar também!



Os Doze Passos do MADA



1. Admitimos que éramos impotentes perante os relacionamentos e que tínhamos perdido o controle de nossas vidas.

2. Passamos acreditar que um poder superior a nós mesmas poderia nos devolver a sanidade.

3. Decidimos entregar nossas vidas aos cuidados de Deus, na maneira como o concebíamos.

4. Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmas.

5. Admitimos perante Deus, perante nós mesmas e outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas.

6. Nos dispusemos inteiramente a deixar que Deus removesse os defeitos do nosso caráter.

7. Humildemente, pedimos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.

8. Fizemos uma lista de todas as pessoas que prejudicamos e nos dispusemos a reparar os erros que cometemos com elas.

9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las ou a outrem.

10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos erradas, nós o admitíamos prontamente.

11. Procuramos, por meio da prece e da meditação, melhorar nosso contato com Deus, na forma em que o concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade e forças para realizar essa vontade.

12. Graças a esses passos, experimentamos um despertar espiritual e procuramos transmitir essa mensagem a outras mulheres, dependentes de pessoas. Procuramos praticar esses princípios em todas as nossas atividades. Nada, absolutamente nada, acontece por equívoco no mundo de Deus. A não ser que eu aceite a vida totalmente do jeito que ela é, não poderei ser feliz. Preciso me concentrar menos no que é preciso mudar no mundo e mais no que eu preciso mudar em mim e nas minhas atitudes.


Obrigada leitora, você com seu email me motivou a criar essa postagem que poderá ajudar a outras mulheres!

Beijokas,

Andreza - Meninas de Pantufa
@meninasdpantufa

Quando me desliguei...



Olá Meninas e Meninos!!

Desculpem a minha ausência...

Estive com muitos problemas, a minha cabeça entrou em conflito!! Não sei o que aconteceu!! (aliás sei sim o que aconteceu, mas agora estou com preguiça em contar, talvez não seja o momento de me abrir..... espero passar por isso e continuar a minha vida...). Aliás, precisamos da dor para aprender!

Mas o importante é que muitas mudanças ocorreram e o resultado de uma delas é que: Consegui um emprego!!!!! Sim, Sim, Sim....

Estou feliz por isso, provei a mim mesma do que sou capaz, venci obstáculos, apesar de achar que ainda a parte mais difícil virá!

Mas, é segurando na mão de Deus que seguirei em frente, só nele encontrei o apoio que precisava!!!!!

Bom, Meninas, voltando ao blog, sei que devo o sorteio dos esmaltes da coleção Penélope Charmosa da Risqué.. e não esqueci, vou fazer esse próximo final de semana (23/05/10), enquanto isso, participem, quem sabe a ganhadora ainda não se cadastrou????

Meninas, obrigada pela compreensão, e peço a vocês, queridos leitores do blog, rezem por mim.

Um grande beijo,


Andreza - Meninas de Pantufa!
@meninasdpantufa

Comida de mãe tem sabor de carinho

Comida de mãe tem sabor de carinho


Não é segredo pra ninguém que a pessoa que me apresentou o prazer de cozinhar foi minha mãe. Foi observando minha mãezinha que percebi que comida gostosa não se prepara só com as mãos, é preciso usar o coração! Foi com ela que aprendi a transformar o alimento em carinho. Mãezinha linda, OBRIGADA!


Nada melhor que ganhar o colo da minha mãe Maria



Posso afirmar que comida de mãe tem sabor de carinho. Um sabor que nunca se esquece. No filme Ratatouille uma cena (pra mim a melhor do filme) traduz exatamente isso: o temido e renomado crítico gastronômico Anton Ego come o ratatouille preparado por Remy. A expressão de prazer do crítico Ego é emocionante. O sabor do refogado de legumes o faz viajar no tempo, quando ainda de calças curtas comia as delícias preparadas por sua mãe. A comida é um meio de transporte delicioso para as viagens de nossa memória gastronômica.





A maneira como nossas mães nos alimentaram na infância, como elas nos ajudaram a formar nossos hábitos alimentares define o que comemos na vida adulta. A formação da nossa identidade gastronômica é formada na infância. Mesmo aquelas mães que não cozinham desempenham esse papel.

Peço licença as meninas pantufas para homenagear minha mãe publicando uma receita que faz parte dos meus sabores de infância: Bolo de Fubá com Coco.




Até o nosso próximo encontro temperado! Estarei aqui na cozinha pantufada de plantão aguardando seu comentário, dúvida ou sugestão.

Um Domingo Temperado com Carinho para as Mães Pantufadas!
Cris Leite



Bolo de Fubá com Coco

Ingredientes:

Fubá de milho - 480 g
Farinha de trigo - 240 g
Ovos - 3 unidades
Açúcar refinado - 600 g
Coco ralado - 200 g
Fermento em pó - 20 g
Manteiga sem sal - 150 g
Leite integral - 240 ml
Manteiga sem sal p/ untar a forma – 20 g
Farinha de trigo p/ enfarinhar a forma – 40 g

Segredinho da minha mãe: a calda

Leite de coco - 200 ml

Açúcar refinado - 60 g
Coco ralado p/ polvilhar – 80 g

Modo de Preparo:
1. Pese os insumos.
2. Peneire o açúcar, a farinha de trigo e o fubá de milho.
3. Bata as claras em neve. Reserve.
4. Bater a manteiga com o açúcar e as gemas na batedeira até dobrar de volume.
5. Acrescente aos poucos a farinha de trigo, o fubá, o coco, o fermento e o leite.
6. Desligue a batedeira, incorpore as claras batidas delicadamente à massa.
7. Unte e enfarinhe a forma. Coloque a massa do bolo.
8. Leve ao forno pré-aquecido a 180°C por 40 minutos.
9. Quando o bolo estiver assado, retire do forno ainda quente, regue o bolo com a calda.
10. Desenforme morno, polvilhe com o coco ralado.



O Ministério da Saúde recomenda comer sem moderação e adverte: esse bolo faz bem pra alma!


Beijos temperados Cris Leite


Cris Leite – chef de cozinha

Graduada pela Universidade Internacional em Gastronomia Estácio de Sá – Alain Ducasse.

Sou professora de Cozinha Brasileira e consultora gastronômica. A paixão pela cozinha alimenta a minha alma!

Blog: www.chefcrisleite.com
Email: crisleite@chefcrisleite.com
Twitter: chefcrisleite

Já não se sentiu perdido, sem idéia de por onde começar?

Já não se sentiu perdido, sem idéia de por onde começar?




No nosso dia a dia, vamos passando por cima de muitas situações, obrigações, desejos, enfim, de nós mesmos, por não estarmos prontos, preparados para resolvermos um determinado conflito ou situação.

E naquele dia que estamos com pressa, e erguemos o tapete e jogamos deliberadamente a sujeira que está no chão debaixo dele ?

Quem não faz isso em algum momento da vida? Todos nós fazemos! Muitas vezes por falta de tempo, outras por falta de condições, e outras por não estarmos preparados para arrumar essa bagunça.

Seja qual for a resposta, a verdade é que isso vai acontecer, e se esquecermos de erguer o tapete e limpar a bagunça que ficou escondida, essa bagunça vai ficar grudada no chão, cravada, mas um dia vamos ter que criar coragem e fazer uma faxina , ou podemos fazer de conta que ela não existe e continuar jogando a sujeira debaixo do tapete.

Mas o que esse texto quer nos mostrar que não queremos ver? Qual será a relação da obesidade, dos transtornos alimentares, com tudo isso?

Vendo sob a ótica da psicologia, tem muito a se pensar e refletir…. O que a comida vem tapar, preencher ou será amortecer ?

Claro que a obesidade é multifatorial, mas estou analisando a relação do emocional nesse processo, na queixas frequentes que chegam, nos relatos, das dores, das angústias que vão se somando junto com a comida engolida, muitas vezes sem prazer, mas por uma necessidade de resolver, de resgatar um prazer ou um equilíbrio a custa de comportamentos que acabam sendo de auto agressão.

A importância de se trabalhar os aspectos emocionais em um processo de reeducação alimentar é indubitavelmente necessário, pois desta forma poderá canalizar sentimentos, emoções de forma assertiva, promovendo um resgate da auto estima, do respeito para com seu eu, com o seu corpo.

Emagrecer e permanecer magro, dentro do padrão de beleza pessoal, de acordo com seu biotipo, idade e história de vida, pois isso é o real, nossas heranças, traços e estruturas de nossa família.

Esse é o nosso eu, digno de respeito, de amor e de carinho e não fotos ou imagens de mulheres magérimas, que se maltratam, que sofrem, para se manterem dentro de um ideal de beleza.

A nossa meta é ser feliz com o nosso possível, claro que dentro de um processo adequado e saudável.


E lhes pergunto: Por onde começar? Por você mesma!


Luciana Kotaka

Luciana Kotaka


Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica
Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
CRP- 08/06502-1
Psicóloga Clínica Transtornos Alimentares
Emagrecimento e Manutenção de Peso
Blog: blog.comportamentomagro.com.br
www.comportamentomagro.com.br

Você é carente de quê?



Você é carente de quê?



Convivemos com pessoas "carentes", por todo lado, você já reparou? E já se perguntou se é um deles?

Carente: Esse termo inclusive é muito usado pra definir alguma população mais pobre de determinado lugar. Mas de fato, do que são verdadeiramente carentes essas pessoas e no que nos igualamos a todas elas?

Alguns reclamam de falta de dinheiro, falta de um lugar digno para morar, falta de emprego, falta de atenção por parte das pessoas com quem convivem, mas no fundo tudo é falta de uma coisa só: falta de si mesmo!

Ainda esperamos que as mudanças aconteçam de fora para dentro, que tudo lá fora se adapte ao que verdadeiramente queremos. E o resultado é essa carência excessiva. E acabamos perdendo tempo nos lamentando das situações: no trabalho, nos relacionamentos familiares, afetivos, em nossa cidade, no planeta, etc.

Se somos carentes podemos dizer claramente que não cuidamos o suficiente de nós como deveríamos, que talvez ainda não nos valorizamos como ainda poderíamos.Alguns dizem que não precisam de ninguém. Mas nós precisamos das pessoas, precisamos nos relacionar. O Universo é feito de trocas!

Mas a diferença é: você não precisa se tornar dependente de alguém, dependente de que o outro te dê o alimento para ser feliz! O alimento para ser feliz está dentro de você mesmo.

Você pode ter um dia nublado, mas fazer sua tarde ser ensolarada! Depende de você. Depende de você criar meios para se sentir bem consigo mesmo e deixar sua alma se expressar.

Deixe as pessoas fazerem parte de seu mundo, convide-as para brincar quando seu espírito é pura alegria! Mas se um dia desses você precisar brincar sozinho, não deixe de fazer isso! Não anule sua alegria porque alguém não quis brincar com você! Cante, ache as coisas belas da vida e comungue com elas. Seja um imã que atrai situações boas simplesmente por ser e não por "fazer" ou "ter". Apenas seja!

Tudo na vida em excesso é veneno. Para tudo existe uma medida. Se você está muito tempo na lamentação ou na tristeza, preste atenção! É você quem ainda escolhe permanecer aí.

Talvez em algum momento você precisou criar uma "doença" emocional ou física pra chamar atenção e cuidados dos outros, mas perceba, tudo isso é passageiro. Crie raízes profundas em sua vida com as pessoas, não relações viciante de apego ou de dependência com alguém. Troque: Escute, fale, toque e deixe ser tocado.

Você não perde nada ao deixar a carência partir de sua vida e dar lugar a uma nova pessoa radiante. Aliás, você ganha, e muito. Retome sua energia, faça diferente, saia de qualquer processo de vítima e seja a primeira pessoa de sua vida. Esteja em seu centro!

Fonte: Portal minha vida