Já não se sentiu perdido, sem idéia de por onde começar?

Já não se sentiu perdido, sem idéia de por onde começar?




No nosso dia a dia, vamos passando por cima de muitas situações, obrigações, desejos, enfim, de nós mesmos, por não estarmos prontos, preparados para resolvermos um determinado conflito ou situação.

E naquele dia que estamos com pressa, e erguemos o tapete e jogamos deliberadamente a sujeira que está no chão debaixo dele ?

Quem não faz isso em algum momento da vida? Todos nós fazemos! Muitas vezes por falta de tempo, outras por falta de condições, e outras por não estarmos preparados para arrumar essa bagunça.

Seja qual for a resposta, a verdade é que isso vai acontecer, e se esquecermos de erguer o tapete e limpar a bagunça que ficou escondida, essa bagunça vai ficar grudada no chão, cravada, mas um dia vamos ter que criar coragem e fazer uma faxina , ou podemos fazer de conta que ela não existe e continuar jogando a sujeira debaixo do tapete.

Mas o que esse texto quer nos mostrar que não queremos ver? Qual será a relação da obesidade, dos transtornos alimentares, com tudo isso?

Vendo sob a ótica da psicologia, tem muito a se pensar e refletir…. O que a comida vem tapar, preencher ou será amortecer ?

Claro que a obesidade é multifatorial, mas estou analisando a relação do emocional nesse processo, na queixas frequentes que chegam, nos relatos, das dores, das angústias que vão se somando junto com a comida engolida, muitas vezes sem prazer, mas por uma necessidade de resolver, de resgatar um prazer ou um equilíbrio a custa de comportamentos que acabam sendo de auto agressão.

A importância de se trabalhar os aspectos emocionais em um processo de reeducação alimentar é indubitavelmente necessário, pois desta forma poderá canalizar sentimentos, emoções de forma assertiva, promovendo um resgate da auto estima, do respeito para com seu eu, com o seu corpo.

Emagrecer e permanecer magro, dentro do padrão de beleza pessoal, de acordo com seu biotipo, idade e história de vida, pois isso é o real, nossas heranças, traços e estruturas de nossa família.

Esse é o nosso eu, digno de respeito, de amor e de carinho e não fotos ou imagens de mulheres magérimas, que se maltratam, que sofrem, para se manterem dentro de um ideal de beleza.

A nossa meta é ser feliz com o nosso possível, claro que dentro de um processo adequado e saudável.


E lhes pergunto: Por onde começar? Por você mesma!


Luciana Kotaka

Luciana Kotaka


Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica
Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
CRP- 08/06502-1
Psicóloga Clínica Transtornos Alimentares
Emagrecimento e Manutenção de Peso
Blog: blog.comportamentomagro.com.br
www.comportamentomagro.com.br

Você é carente de quê?



Você é carente de quê?



Convivemos com pessoas "carentes", por todo lado, você já reparou? E já se perguntou se é um deles?

Carente: Esse termo inclusive é muito usado pra definir alguma população mais pobre de determinado lugar. Mas de fato, do que são verdadeiramente carentes essas pessoas e no que nos igualamos a todas elas?

Alguns reclamam de falta de dinheiro, falta de um lugar digno para morar, falta de emprego, falta de atenção por parte das pessoas com quem convivem, mas no fundo tudo é falta de uma coisa só: falta de si mesmo!

Ainda esperamos que as mudanças aconteçam de fora para dentro, que tudo lá fora se adapte ao que verdadeiramente queremos. E o resultado é essa carência excessiva. E acabamos perdendo tempo nos lamentando das situações: no trabalho, nos relacionamentos familiares, afetivos, em nossa cidade, no planeta, etc.

Se somos carentes podemos dizer claramente que não cuidamos o suficiente de nós como deveríamos, que talvez ainda não nos valorizamos como ainda poderíamos.Alguns dizem que não precisam de ninguém. Mas nós precisamos das pessoas, precisamos nos relacionar. O Universo é feito de trocas!

Mas a diferença é: você não precisa se tornar dependente de alguém, dependente de que o outro te dê o alimento para ser feliz! O alimento para ser feliz está dentro de você mesmo.

Você pode ter um dia nublado, mas fazer sua tarde ser ensolarada! Depende de você. Depende de você criar meios para se sentir bem consigo mesmo e deixar sua alma se expressar.

Deixe as pessoas fazerem parte de seu mundo, convide-as para brincar quando seu espírito é pura alegria! Mas se um dia desses você precisar brincar sozinho, não deixe de fazer isso! Não anule sua alegria porque alguém não quis brincar com você! Cante, ache as coisas belas da vida e comungue com elas. Seja um imã que atrai situações boas simplesmente por ser e não por "fazer" ou "ter". Apenas seja!

Tudo na vida em excesso é veneno. Para tudo existe uma medida. Se você está muito tempo na lamentação ou na tristeza, preste atenção! É você quem ainda escolhe permanecer aí.

Talvez em algum momento você precisou criar uma "doença" emocional ou física pra chamar atenção e cuidados dos outros, mas perceba, tudo isso é passageiro. Crie raízes profundas em sua vida com as pessoas, não relações viciante de apego ou de dependência com alguém. Troque: Escute, fale, toque e deixe ser tocado.

Você não perde nada ao deixar a carência partir de sua vida e dar lugar a uma nova pessoa radiante. Aliás, você ganha, e muito. Retome sua energia, faça diferente, saia de qualquer processo de vítima e seja a primeira pessoa de sua vida. Esteja em seu centro!

Fonte: Portal minha vida

Relacionamento: só pra começar...

Olá Meninas, e Meninos!
Novidades aqui no Meninas de Pantufa!!
Vai começar aqui o espaço "Pantufa´s Hot" um espaço quentinho, aconchegante para falar de sexo...
Sim, Sim, Sim.. vamos começar a dar uns toques "apimentados" pra vcs leitoras e leitores!! Hehhehehe
Toda sexta-feira, aqui teremos a visita adorada da queridíssima Giovana Spinelli!! (Hehehhe seja bem vinda!! Lindaaa).
Vamos ao primeiro post..
Beijos....



Relacionamento...



Falar de relacionamento não é uma coisa tão fácil como possa parecer, porque na verdade a fórmula mágica não existe, e é aos poucos e com a convivência que adquirimos uma certa ‘’experiência’’ pra dominar o assunto.

Fundamental saber é, que num relacionamento tudo é 50% / 50% temos que dividir, as responsabilidades, as coisas boas, os progressos, as ausências.


Tudo deve ser muito bem equilibrado, senão entramos em conflito.


A base de todos os relacionamentos consiste em: Amor, Respeito, Desejo,

Responsabilidade, Direito e Deveres.


E isso se aplica em todos os aspectos, nós mulheres devemos assumir o nosso papel de mulher, profissional, mãe, namorada, esposa, amante, tudo junto ao mesmo tempo agora.


Portanto não devemos deixar a peteca cair e administrar tudo de uma maneira muito especial.


Não vamos deixar a sensualidade de lado, os bons cuidados com a nossa aparência, não podemos deixar o nosso relacionamento esfriar’’.


Digo perder a expectativa do começo.


Aquela coisa toda da conquista é tão bom se sentir assim, conquistada e conquistando.


Mas com a correria do dia isso fica um pouco de lado 



Vamos fazer um teste: surpreenda quem você ama.



1.Faça uma surpresa,mande mensagens pro seu amado dizendo como o ama.

2.Tenha gestos de carinho, beije de maneira diferente.


3.Fuja do convencional na cama e tente novas possibilidades.

(produtos de sexshop,fantasias, mas isso vou falar em outro post)

4.Crie novas expectativas, e faça isso por você.



Experimente, surpreenda, e seja feliz. Atitudes tão simples podem cair no esquecimento sabia?


Giovana Spinelli*
"Mulher comportada não faz história"

Proprietária e Consultora do Nina Rosa Hot Space.

Participou de Diversos Cursos de Sensualidade com Profissionais Conceituadas.

No mundo moderno de relações cada vez mais conturbadas,presta consultoria para as mulheres que querem realmente ser sedutoras,com uma auto-estima trabalhada,realmente Poderosas! mas devido ao dia-a-dia se esquecem e acabam se tornando apenas” mulheres” comuns.

Site: www.ninarosahotspace.net
Twitter: @giovanaspinelli

Será que estou traindo?



Será que estou traindo?


Sexóloga discute o conceito de traição e as relações íntimas pela internet
(Fonte:IG Delas)



Costumo entrar em salas de bate papo e conversar com outros homens, meu marido não sabe, será que isso é uma traição? Obrigada, Marcela.

Não é raro mulheres casadas ou comprometidas entrarem em salas de chat para conversar com outros homens. Conversa vai, conversa vem, e logo as intimidades começam a ser compartilhadas e fantasias construídas.

Para o homem, que está do outro lado teclando, isso geralmente não passa de um jogo de sedução sem a menor consequência. Mas, com relação à mulher, é comum que ela levante dúvidas sobre o seu próprio comportamento.

Isso ocorre porque a "virtude sexual feminina" ainda carrega valores morais tradicionais e, em alguns casos, a honra familiar também está em jogo.

A palavra traição vem do latim tradere, cujo amplo sentido exprime toda “ação que contravém à fidelidade, à fé jurada, ou à lealdade devida”, segundo o Vocabulário Jurídico. Isso quer dizer que qualquer ação que rompa com tudo o que está estabelecido em relação à confiança (de uma ou de ambas as partes) é considerado traição.

Pensando nesse sentido, quebrar regras que estão implícitas para o convívio do casal - como conversar sobre assuntos que desvelem a intimidade com outras pessoas ou simplesmente fazer contatos às escondidas - pode ser o bastante para que alguém se sinta o traidor naquela relação. E isso é bem fácil de entender: só escondemos algo quando entendemos que aquilo não é permitido.

Em nossa cultura, relacionamos fidelidade com monogamia e, assim, a relação conjugal se constrói a partir de um número variado de regras, que regerão a conduta dos pares - e esses, por vezes, sentirão desejo de transgredi-las. Mas quando de fato a transgressão acontece, seja pela via virtual ou real, pode ser muito difícil lidar com um sentimento chamado culpa e que, geralmente, leva a pessoa se perguntar: “será que estou traindo?”

Para conhecer o trabalho da terapeuta sexual Fátima Protti acesse: www.fatimaprotti.com.br


É meninas, um assunto que já deve ter deixado muitas aqui de orelha em pé!!!!
E aí Meninas, vocês tem alguma história que queira nos contar? Nos conte, não precisa mandar seu nome. Se quiser participar nos contando, mande a sua história para: andrezafsilva@bol.com.br
É legal para trocar-mos experiências...

Beijokas....

Compulsão – Beleza – Tristeza



Compulsão – Beleza – Tristeza



Essa é uma situação que vem aumentando muito na população brasileira, em função de uma mídia forte que passa uma imagem de mulher magra como saudável, bonita e feliz.

Estamos vulneráveis a essas mensagens que muitas vezes vem disfarçadas nas publicidades, e em outras vem bem claras e explícitas, e quando percebemos, estamos nós admirando um corpo magro (digo magérrimo).

É a era do sofrimento, pois corpo não é feito de massinha de modelar, que podemos dar a ela a forma de”Barbie”, corpo cheio de curvas, porém magro – Perfeito!!!

Perfeito para quem eu pergunto? A quem serve essa moda injusta e insana? Quantas vidas em sofrimento, quantos pais perderam sua filhas amadas em função de uma anorexia e bulimia? Ah sim, as duas doenças matam….e a depressão e a “pressão” a que estão expostas?

E ainda sim acham lindo esse corpo?

E nossa origem, nossa herança, nossa história, esta que está marcada em nossos traços, estrutura corporal, nossas vivências, essas não contam?

Fico pensando quem lucra com isso, a quem querem fazer feliz? Uma idéia falsa de beleza, uma destituição do verdadeiro valor da mulher, do homem, em sua beleza mais genuína que é o seu “EU”.

Quem sou, o que valho, o que posso contribuir, compartilhar…esses valores estão sendo esmagados dia após dia, ficando em seu lugar valores vazios..

Triste não? Triste ver a situação da mulher que ilustrei logo acima.

Triste é passarmos na rua e vermos crianças sem comida, sem roupa, sem banho, sem pasta de dentes , sem roupa limpa, isso é ser infeliz, isso é o que nossa “sociedade” devia estar preocupada em vender, valores reais, valores humanos como : cooperação, simpatia, respeito, amor, doação, perdão, caridade, fraternidade, entre muitos outros que poderia colocar aqui.

Vamos refletir, vamos pesar nossas verdadeiras necessidades. Não vamos comprar essa imagem falsa de corpo ideal, e sim, um corpo adequado a nossa estrutura,nossa história, vamos nos respeitar.

Deixo um abraço e um desejo que em 2010 possamos buscar sim, um corpo saudável, que nos traga bem estar, mais acima de tudo equilíbrio e serenidade!



Luciana Kotaka- Psicóloga Clínica

Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares

Curitiba-PR
Vamos lá meninas! Boa Sorte!

Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
CRP- 08/06502-1
Psicóloga Clínica Transtornos Alimentares
Emagrecimento e Manutenção de Peso
Blog: blog.comportamentomagro.com.br
www.comportamentomagro.com.br

HPV não é indicativo de traição

Meninas!!!!!
Olha só que matéria legal que trouxe lá do site IGDelas.


"HPV não é indicativo de traição"



Luisa Villa, especialista “top” no assunto, esclarece dúvidas sobre a doença


O HPV está espalhado pelo Brasil. O Ministério da Saúde já coloca esta doença sexualmente transmissível no topo do ranking das infecções. Uma pesquisa do Hospital das Clínicas de São Paulo mostrou que 60% das gestantes tinham o vírus (são mais de 100 tipos diferentes). Estimativas dão conta que, no Brasil, 25% do total de mulheres convivem com o problema.


O HPV – caso não tratado – pode evoluir para o câncer de colo do útero, um dos mais fatais e ameaçadores da população feminina. O Instituto Nacional do câncer (Inca) mostra que, atrás do câncer de mama, ele é o segundo que mais mata as brasileiras.

O fenômeno, no entanto, é mundial. Por isso, no último final de semana, médicos dos quatro cantos do planeta estiveram reunidos no interior do Estado de São Paulo, na cidade de São Roque, para discutir estratégias de combate à doença.

O Delas conversou com a bióloga brasileira Luisa Lina Villa, professora da Santa Casa de São Paulo, pesquisadora do Instituto Ludwing (maior referência em ensaios científicos sobre câncer) e também presidente do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para o HPV. Nesta entrevista exclusiva, ela conta que, apesar de muito comum, o HPV ainda é um desconhecido para muitas mulheres. Um dos principais equívocos que surgem com esse desconhecimento, por exemplo, é achar que a doença é um indicador de traição.

Luísa Lina Villa fala ainda dos perigos do sexo extremamente precoce, da importância da vacinação contra o HPV e dos desafios do Brasil para vencer este problema íntimo da mulher. Confira trechos do bate-papo.

Delas: Os países latinos e africanos têm mais casos de HPV?

Luisa Lina Villa: Não é correto dizer que as infecções por HPV são mais frequentes em certos países do que em outros. A incidência é semelhante. O que acontece é que na América Latina, na África e em boa parte da Ásia as complicações por HPV, câncer e mortes, são muito mais comuns. O HPV atinge a todos, independentemente da classe sócioeconômica. Entre os países menos desenvolvidos, existem piores consequências da doença.

Delas: Dá para dizer que o HPV é um fenômeno mundial?

Luisa Lina Villa: Sim. No Brasil a taxa de incidência está em 20 novos casos por 100 mil habitantes, registrada por ano. Em outros países da América Latina, a taxa é de 55 por 100 mil. Em países africanos, a incidência é de 60 por 100 mil por anos. Já em países desenvolvidos, a marca varia de 5 a 12 casos por 100 mil por ano. É bem menos.

Delas: Alguns países desenvolvidos, inclusive, adotaram a vacina contra o HPV na rede pública. Esta medida é a solução?

LuisaLina Villa: As vacinas profiláticas, se aplicadas em larga escala, têm o potencial de reduzir em 70% os cânceres de colo do útero. Porém, como existem outros tipos de vírus do HPV que causam câncer e não são contemplados pelas vacinas existentes é preciso que as mulheres continuem fazendo o exame papanicolaou. E, para isso, o Brasil precisa não apenas melhorar o acesso das mulheres ao exame, mas encurtar o prazo entre o resultado e o início do tratamento. Os médicos também precisam ser mais capacitados. Ainda há muito desconhecimento sobre a doença e suas formas de infecção e a classe médica precisa ter consciência da lista imensa de doenças detectadas e prevenidas pelo exame de papanicolaou.

Delas: Muitas mulheres, quando recebem o resultado positivo para HPV, têm receio de contar aos companheiros por achar que a contaminação pode indicar “traição”. A doença indica uma relação extraconjugal, caso o parceiro não tenha o vírus?

Luisa Lina Villa: O HPV afeta homens, mulheres, crianças, idosos, todos. Mesmo senhoras e senhores que não estão tendo mais relações sexuais poderão ter manifestações de HPV. Ou porque houve reativação de vírus contraído há muitos anos ou, muito mais rararamente, por outra via de contaminação, como se enxugar com uma toalha contaminada com o vírus. Reforço que esta forma de contágio é muito rara. Existem crianças que nascem com HPV pois o vírus, de forma rara também, pode passar pela placenta. É importante frisar que não precisa ser promíscuo para ter HPV. Primeiro porque o vírus pode ter sido contraído em outra relação e só se manifestado tempos depois. Não dá para centralizar a discussão com o companheiro no “quem passou para quem”. HPV não indica traição. Se você descobriu o HPV e está em uma relação fixa, fale com o parceiro de forma madura: “Meu amigo, não dá para saber quem começou essa história, então, vamos nos tratar. Os dois.”

Delas: Por que quanto antes começa a vida sexual da mulher, maiores os riscos dela contrair HPV?

Luisa Lina Villa: Sexo é bom, sexo é necessário. Mas em idade muito jovem é uma desgraça. O cólo do útero da adolescente é imaturo, já está comprovado cientificamente, e favorece a infecção pelo vírus do HPV. Quanto mais cedo você se infectar por um tipo de HPV de alto risco, mais cedo terá forma grave da doença. Qualquer relação antes dos 15 anos é perigosa.


Bióloga é a principal especialista em HPV do Brasil