Escolha o sutiã certo

Olá Meninas!! Trouxe aqui uma matéria super legal que saiu no Portal Minha Vida sobre como usar o sutiã ideal, vamos ler....


Escolha o sutiã certo



Quando tem uma noite especial em vista, você passa horas escolhendo o modelo que vai usar. No dia-a-dia, entretanto, o cuidado acaba ficando de lado e você mal repara na cor do sutiã que usa (quem dirá nas características dele). Saiba que não é apenas o prejuízo estético que surge e decorrência disso, mas também há riscos de dores nas costas e de arranhões (nos casos de quem é adepta dos aros metálicos). Com ajuda com consultor de Moda Gustavo Sarti e da equipe da Outlet Lingerie, veja como escolher sua roupa íntima sem se arrepender depois.



1. Costas largas e seios pequenos

Além dos números, que medem as costas, muitas marcas oferecem variação no tamanho das taças: Taça A; Taça B e Taça C, de acordo com o tamanho dos seios propriamente ditos. Isso traz mais conforto, por exemplo, para mulheres que têm as costas largas e os seios pequenos. É possível comprar um modelo de número maior se que haja folga de tecido ou espaço na frente. O mesmo vale para uma mulher com as costas estreitas e seios volumosos.


2. Aros metálicos

Os aros metálicos de sustentação oferecem um risco: romperem a costura, machucando sua pele. Por isso, prefira marcas de boa qualidade que, além de acabamento reforçado, dispõem de pontas arredondadas, evitando que arranhões, furos e até cortes na pele da região dos seios, que é muito sensível.

3. Alças reforçadas

O cuidado com as alças não vale apenas para as mulheres que têm seios volumosos. Mesmo que não seja o seu caso, prefira um modelo mais resistente na hora de praticar esportes. Isso porque, durante os movimentos, há risco de romper as fibras elásticas da região. Isso aceleraria a flacidez dos seios.

4. Apertados demais

Modelos com bojos e bolhas de enchimento são a melhor pedida para quem deseja aumentar os seios. Só não queira turbinar o efeito comprando um modelo mais apertado do que seu corpo pede. Com isso, além de sentir dores nas costas e nos ombros, você prejudica a circulação sangüínea (como acontece com roupas apertadas demais). A falta de oxigenação prejudica a pele, que envelhece mais cedo.

5. Faixa no tórax

Você mal repara, mas é ela quem dá sustentação para os seus seios (as alças mantêm o sutiã na posição adequada). Por isso, dê preferência a modelos mais reforçados e com uma faixa de tecido mais largo nesta região. Assim, você a te evita um erro comum: comprar um modelo apertado demais, achando que ele traz mais segurança.


Fonte: Minha Vida
Imagem: blog quase meia noite

Alimentos gordurosos X escolhas saudáveis

Alimentos gordurosos versus escolhas saudáveis



Quem já não sentiu na pele as tentações das comidas gordas, recheadas de gordura e sabor?

Está é uma típica situação de nosso cotidiano, onde somos invadidos por propagandas em massa dessas delícias que nos engordam.

Mas será mesmo que essas delícias são mesmo as melhores? Porque não podemos substituir por outras comidas saborosas e menos calóricas?

Acredito que grande parte de nossos hábitos alimentares são estabelecidos em função de crenças errôneas, pois vemos a comida saudável como sem graça, sem sabor, sem tempero,quando na verdade podemos criar combinações maravilhosas e saborosas, utilizando ingredientes e temperos dos mais diversos.

Você já tentou fazer essas mudanças? Já experimentou ser mais saudável? Pois percebo uma grande resistência em tentar mudar, como se o hábito fosse uma tatuagem que grudasse em seu corpo e não tivesse condições de tirá-la, e precisasse conviver com ela.

Alimentos gostosos são aqueles que o farão sentir-se leve após a refeição, que não dá mal estar, dor de estômago, refluxo, gases,dores de cabeça, fígado ruim.

Mas o mais interessante é que muitas pessoas comem sabendo que tudo isso vai acontecer, além de engordar é claro, mas ainda assim fazem a opção de sentirem-se mal ao invés de pelo menos tentarem uma postura diferente em relação a alimentação.

O quanto pensar e se comportar de forma gorda também deixa engordurado seu corpo, seus órgãos, emperra o seu andar, subir escadas, dançar,enfim, sua qualidade de vida.

Comer alimentos ricos em gordura é realmente um prazer? Ou será que o que vem buscando para si é uma vida de constante desprazer?

Fica aí uma questão!

Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica


Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica
Olá, sou Luciana Kotaka ,algumas já me conhecem outras não, sou Psicóloga Clínica, filiada a ABESO, Associação Brasileira de Obesidade e Síndrome Metabólica, pós graduada em Obesidade e Transtornos Alimentares e o foco do meu trabalho é emagrecimento e manutenção de peso e também os transtornos como anorexia, bulimia e compulsão.

Por: Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica Silvia Luciana Kotaka
CRP- 08/06502-1
Psicóloga Clínica Transtornos Alimentares
Emagrecimento e Manutenção de Peso
Blog: blog.comportamentomagro.com.br
www.comportamentomagro.com.br

Especialista em Transtornos Alimentares e Obesidade

Bursite Trocantérica

Bursite Trocantérica




Bursite trocantérica, também conhecida como síndrome da dor no trocânter maior, é uma das patologias mais comuns no quadril, é caracterizada por dor na região do trocânter maior do fêmur. Essa dor, aumenta ou diminui com alguns movimentos, como por exemplo rotação do quadril. Essa dor é parecida com a relacionada com as que acometem outras bursas, como já foi citado em um post anterior. O fato de essa dor ser no quadril, pode ser mais incapacitante do que as que acometem outras regiões.

Causa:


• Microtrauma repetitivo causado pelo uso ativo dos músculos que se inserem no trocânter maior, isso resulta em mudanças degenerativas dos tendões, dos músculos, ou de tecidos fibrosos.;
• Diminuição do alongamento no trato íliotibial;
• Desgaste sobre a região;
• Trauma agudo sobre a região ( embora seja uma causa comum, apenas 23% a 64% dos pacientes recordam um evento traumático específico).

As mulheres são mais afetadas do que os homens, com uma predominância de 4:1, com prevalência aumentada entre os 40 e 60 anos.

Sintomas:

• sintoma principal e mais forte é a dor crônica (persiste por longos períodos), geralmente atras e na parte lateral do quadril;
• Geralmente a dor piora a noite;
• Pode irradiar para perna e tornozelo;
• Dor quando se mantém muito tempo em pé.

Diagnóstico:

No exame físico, todos os pacientes sentem dor à palpação do local (em cima do trocânter maior). Além disso, apresentam dor, quando são realizados alguns testes específicos de quadril. No exame físico, também deve-se avaliar a presença de outras patologias e alterações que podem estar associadas, tais como artrose de quadril e problemas de coluna.

Os exames de imagem também auxiliam no diagnóstico.

RX não diagnostica bursite trocantérica, ele pode evidenciar outras alterações que são geralmente associadas.

Outros exames como Ressonância Magnética e Cintilografia óssea podem ajudar no diagnóstico.

Tratamento: Pode ser dividido em 2 fases:

Durante a fase aguda:


• Crioterapia;
• Antiinflamatórios
• Repouso relativo;
• Utilização de bengala para diminuir o impacto na articulação (casos agudos);
• Fisioterapia (microondas, ondas curtas, ultra-som, etc.);

Durante a fase crônica:

• Mantém os mesmos procedimentos antiinflamatórios;
• Mobilização passiva;
• Alongamento dos tecidos que apresentam contratura;
• Tonificação muscular se houver perda de força;
• A cirurgia é indicada quando não houver melhora com nenhum outro tratamento conservador.

Esse post foi uma sugestão da Leitora Priscaramos. Obrigada Pri pela sugestão!


Olá, meu nome é Thiago, sou Fisioterapeuta, tenho formação nas áreas de RPG, Aurículo acupuntura, Shiatsu e Pilates, sou membro da Associação Brasileira de Pilates ( ABP ). Estarei escrevendo semanalmente um tema sobre saúde, que compreenda as minhas áreas de atuação.

www.fisioterapias.com.br




Dr° Thiago quer saber: Você tem alguma sugestão ou algo que queira saber, o Dr° Thiago fará um post especial sobre o que você sugerir.. então, mande um email para andrezafsilva@bol.com.br

Alterei a data do Sorteio

Meninas...

Passei o sorteio da Paleta de sombra da Catharine Hill para o dia 31/01/2010.



Assim dá tempo de muitas ainda concorrerem..

Beijokas...................

Que príncipe que nada


Que príncipe que nada




Eu me lembro da primeira vez que percebi o sentimento, o mais diferente de todos, que me fez despertar para a adolescência. Eu tinha 11, 12 anos e gostava de um menino da minha classe, da mesma idade, super-bonitinho. O engraçado é que eu falava com todo mundo, mas morria de vergonha dele e ficava muda quando o guri aparecia. Naquela época, a gente até falava de namorado, amor, beijo, mas tudo era só "uma coisinha de nada", quase uma brincadeira, embora a meninada já sofresse, e escrevia no diário, fazia hora na porta da escola.

Lembro do primeiro beijo, tão estranha a descoberta, mal sabia eu que aquilo seria o fim da tranquilidade dos meus patins. Não sei se eu achava que aquele menino seria o meu príncipe, meu namorado e tudo mais. Mas, de lá para cá, a memória me é bem clara e o príncipe nunca me apeteceu. Para falar a verdade, se eu fosse a Branca de Neve, namoraria mesmo era o guarda que lhe poupou a vida no meio da floresta... já começou o "relacionamento" com uma bela prova de não-egoísmo, arriscando-se a ser morto pela rainha invejosa (há versões da estória que conta que não foi o beijo do príncipe que salvou a princesa e, sim, o tropeção de um dos anões que carregava o caixão de cristal. Quer dizer, príncipe só na vestimenta mesmo, né?).

Acho que foi por isso que sempre me apaixonei por homens inteligentes, daqueles que sabem tudo, conhecem o mundo, sabem do que é feita a rebiboca da parafuseta e a composição química do ácido sulfúrico. Beleza por beleza foi, e ainda me é, inútil: o que me inspira é o conjunto da obra. E a gente sabe quando está apaixonada quando perde o sono: a realidade fica, repentinamente, mais deliciosa do que o sonho.

Assim como aos 11, hoje eu ainda me sinto muito ingênua para falar de amor. Taí um sentimento que desconcerta, faz a gente rever um quinhão de conceitos, duvidar da razão. Mas, se tem uma coisa que eu aprendi recentemente, é que o amor precisa ser real para ser e se manter forte. Precisa ser cotidiano, entregue, participativo. Precisa ser presente, sim, na dor e na alegria, na noite e no dia, na brincadeira da praça e na delícia do quarto. Para amar é preciso disposição, inclusão, mas, sobretudo, para amar é preciso ter amor desarmado no coração.




Olá, sou Acácia Lima, editora, marketeira, mas, sobretudo, apaixonada pelas palavras. Sejam bem-vindos para falar comigo sobre a vida, os amores, amigos, dores e felicidade.


Meu blog: acacialima.blogspot.com
Twitter: @acacialima

Bavaroise de Pêra c/ Molho de Ameixa

Meninas e Meninos!!!

Temos uma novidade, agora o Meninas de Pantufa tem uma Chef de cozinha, a nossa querida Cris Leite!!!! (aplausos)rsrs

Chef Pantufa

Minha estreia como Chef Pantufa. Ui! Senti um friozinho no estômago ao escrever esse artigo! É uma responsabilidade cozinhar online pras meninas de pantufas. Vou trazer pra cá um pouquinho do mundo de sabores e saberes. Vamos lá! Nossos encontros serão semanais. Vamos ter receitas, dicas, novidades, tendências, enfim, muitos assuntos sobre o mundo gastronômico. Mandem suas dúvidas, sugestões, curiosidades culinárias, serei a consultora de cozinha de vocês!

Para começar trouxe uma receita docinha. Mas como abusamos nos comes e bebes de fim de ano, não podia ser nada engordativo, por isso, uma sobremesa light e muito saborosa: bavaroise de pêra com molho de ameixa. Espero que gostem.

Beijos temperados Cris Leite


BAVAROISE DE PÊRA COM MOLHO DE AMEIXA


(clique na imagem p/ aumentar)




Ingredientes

Água - 200 ml
Adoçante Tal e Qual - 35 g
Pêra - 4 unidades
Suco de limão - 20 ml
Gelatina em pó s/ sabor - 10 g
Creme de leite light - 120 ml

Molho:

Água - 200 ml
Adoçante Tal e Qual - 10 g
Ameixa seca s/ caroço -120 g

Modo de Preparo:

1.
Hidrate a gelatina em 50 ml de água e derreta em banho-maria. Reserve.

2. Lave as peras. Misture ao restante da água, a frutose, o suco de limão e as peras picadas com casca.

3. Após o cozimento, retire a casca da pêra, faça um purê ainda quente, misturar o creme de leite e a gelatina desidratada. Misture bem.

4. Coloque a bavaroise na forma molhada com água gelada. Leve a geladeira por 1 hora.

5. Molho: Misture as ameixas com, a água e a frutose, leve ao fogo baixo por 30 minutos.

6. Retire do fogo e bata no liquidificador. Acrescente mais água se o molho ficar muito espesso.

7. Desenforme a bavaroise e sirva com o molho por cima.

Rendimento: 4 porções


Beijos temperados Cris Leite


Cris Leite – chef de cozinha

Graduada pela Universidade Internacional em Gastronomia Estácio de Sá – Alain Ducasse.

Sou professora de Cozinha Brasileira e consultora gastronômica. A paixão pela cozinha alimenta a minha alma!

Blog: www.chefcrisleite.com
Email: crisleite@chefcrisleite.com
Twitter: chefcrisleite